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Guerra na Ucrânia

- Publicada em 17 de Março de 2022 às 09:34

Guerra na Ucrânia reduzirá crescimento do PIB global em 1 p. p. em 2022, diz OCDE

Laurence Boone, economista-chefe da OCDE analisa que a guerra prejudicará a recuperação global e elevará inflação

Laurence Boone, economista-chefe da OCDE analisa que a guerra prejudicará a recuperação global e elevará inflação


Eric PIERMONT/AFP/jc
Agência Estado
O conflito decorrente da invasão da Ucrânia pela Rússia reduzirá o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) global em mais de um ponto porcentual (p.p.) em 2022, calcula a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), em relatório sobre o impacto econômico da guerra.
O conflito decorrente da invasão da Ucrânia pela Rússia reduzirá o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) global em mais de um ponto porcentual (p.p.) em 2022, calcula a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), em relatório sobre o impacto econômico da guerra.
A entidade com sede em Paris também estima que a inflação no mundo poderá ficar pelo menos dois pontos porcentuais mais alta este ano do que estaria em um cenário sem o confronto bélico no Leste Europeu.
"O aperto no fornecimento de commodities resultante desta guerra está exacerbando os gargalos na cadeia de suprimentos causados pela pandemia, que provavelmente pesarão sobre consumidores e negócios por algum tempo", avalia o secretário-geral da OCDE, Mathias Cormann.
Para a Organização, medidas temporárias e direcionadas de apoio fiscal serão necessárias para amortecer o impacto imediato da crise. Políticas no total de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB) devem ser suficientes para mitigar substancialmente o impacto econômico sem aumentar consideravelmente a inflação, acrescenta a instituição.
A OCDE ressalta que a guerra expôs a importância de minimizar a dependência da importações da Rússia, diversificar fontes de energia e acelerar a transição de combustíveis fósseis para alternativas renováveis.
"Ainda não sabemos como a guerra vai se desenrolar totalmente, mas sabemos que isso prejudicará a recuperação global e elevará ainda mais a inflação", analisa a vice-secretária-geral e economista-chefe da OCDE, Laurence Boone.
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