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Publicada em 19 de Outubro de 2026 às 20:17

Para fugir da violência, mulheres deixam casa e rotina em busca de proteção no RS

Entre janeiro e setembro, a Brigada Militar atendeu cerca de 9 mil chamados por violência doméstica

Entre janeiro e setembro, a Brigada Militar atendeu cerca de 9 mil chamados por violência doméstica

BRENO BAUER/JC
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Gabriel Margonar
Gabriel Margonar Repórter
Deixar para trás a própria casa, interromper a rotina e se afastar de pessoas próximas. Para mulheres ameaçadas por companheiros ou ex-companheiros, escapar da violência doméstica pode significar abandonar a vida que construíram. No Rio Grande do Sul, onde 62 mulheres já foram vítimas de feminicídio neste ano, as casas-abrigo representam uma alternativa de proteção. Longe dos agressores, porém, surge outro desafio: encontrar condições para recomeçar.  O Jornal do Comércio dá início, nesta segunda-feira (19), a uma série de quatro matérias que abordam a realidade da violência contra a mulher no Estado.

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