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Publicada em 17 de Março de 2026 às 12:36

Brasil carece de pesquisas e embasamento próprio para tratar Parkinson

Estudo do Clínicas e da Ufrgs aponta que o País deve dobrar o número de casos da doença até 2050

Estudo do Clínicas e da Ufrgs aponta que o País deve dobrar o número de casos da doença até 2050

Cremerj/Divulgação/JC
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Cássio Fonseca
Cássio Fonseca Repórter
O combate às doenças degenerativas exige uma produção robusta de materiais teóricos que deem embasamento e repertório aos médicos especializados nos tratamentos. No caso da doença de Parkinson, este é um cenário que não se concretiza em países de baixa e média renda, que abrigam 44% dos acometidos, conforme um artigo de pesquisadores do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) e da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), publicado na revista Nature Reviews Neurology, do Reino Unido. Esse é o caso do Brasil, que se baseia em pesquisas de fora e carece de informação sobre as características de sua própria população.

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