Com foco na transformação social, os Arquitetos Voluntários realizaram, nesta quarta-feira (26), um mutirão de arte e educação ambiental na Escola de Educação Infantil João Paulo II, no bairro Farrapos, uma das áreas mais afetadas pelas enchentes de maio na Capital.
Além de auxiliar na recuperação das áreas externas, coordenadas pela engenheira civil Lisiane Scardoelli, do Studio Cinque, os voluntários trouxeram novas cores e um enfoque sustentável. Durante o dia, paredes e muros foram transformados com pinturas, e um mural artístico foi criado sob a coordenação da artista Gabriela Cunha, com a participação da comunidade.
Além de auxiliar na recuperação das áreas externas, coordenadas pela engenheira civil Lisiane Scardoelli, do Studio Cinque, os voluntários trouxeram novas cores e um enfoque sustentável. Durante o dia, paredes e muros foram transformados com pinturas, e um mural artístico foi criado sob a coordenação da artista Gabriela Cunha, com a participação da comunidade.
No campo da educação ambiental, atividades e oficinas foram realizadas, focando na gestão de resíduos orgânicos, compostagem e produção de adubo orgânico. Essas ações foram lideradas pela escritora Clarice Bourscheid, pela paisagista Angela Christello, pela arquiteta Raquel Daroda e pelo engenheiro ambiental Leonardo Quintela, do Projeto Raiz.
Para a diretora operacional dos Arquitetos Voluntários, Bianca Russo, a Associação vai além da restauração das escolas afetadas pelas enchentes, promovendo também vivências que enriquecem o currículo tradicional e contribuem para a construção de um futuro mais sustentável para as crianças.
Durante as enchentes de maio, a Escola João Paulo II sofreu sérios danos, com as águas atingindo mais de dois metros de altura e permanecendo alagada por mais de um mês. Os trabalhos de revitalização estão em andamento com o apoio dos Arquitetos Voluntários e outros parceiros, com conclusão prevista para 19 de março. Desde o retorno das aulas, no início deste mês, a escola segue funcionando normalmente, atendendo 110 crianças de zero a cinco anos.
Para a diretora operacional dos Arquitetos Voluntários, Bianca Russo, a Associação vai além da restauração das escolas afetadas pelas enchentes, promovendo também vivências que enriquecem o currículo tradicional e contribuem para a construção de um futuro mais sustentável para as crianças.
Durante as enchentes de maio, a Escola João Paulo II sofreu sérios danos, com as águas atingindo mais de dois metros de altura e permanecendo alagada por mais de um mês. Os trabalhos de revitalização estão em andamento com o apoio dos Arquitetos Voluntários e outros parceiros, com conclusão prevista para 19 de março. Desde o retorno das aulas, no início deste mês, a escola segue funcionando normalmente, atendendo 110 crianças de zero a cinco anos.