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Publicada em 18 de Abril de 2024 às 20:50

Funcionários relatam o dia a dia agitado na instituição

Profissionais trabalham arduamente no atendimento médico na instituição

Profissionais trabalham arduamente no atendimento médico na instituição

/EVANDRO OLIVEIRA/JC
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Gabriel Margonar
Gabriel Margonar Repórter
Para a coordenadora-geral da emergência do HPS, Márcia Cristina Rodrigues, a realidade é clara: o hospital atualmente não dispõe de estrutura suficiente para atender toda a demanda de pacientes. Trabalhando no local há 13 anos, ela enfatiza que a superlotação é enfrentada graças à organização interna dos próprios funcionários.
Para a coordenadora-geral da emergência do HPS, Márcia Cristina Rodrigues, a realidade é clara: o hospital atualmente não dispõe de estrutura suficiente para atender toda a demanda de pacientes. Trabalhando no local há 13 anos, ela enfatiza que a superlotação é enfrentada graças à organização interna dos próprios funcionários.
"Em outros hospitais, quando a emergência atinge sua capacidade máxima, eles a fecham. Aqui, nós sempre a mantemos aberta, independentemente do volume de pacientes. Atualmente, até conseguimos manter uma organização satisfatória, mas nosso momento de maior tensão foi entre abril e maio do ano passado, quando experenciamos um aumento significativo na demanda. Para se ter uma ideia, na sala amarela, projetada para receber 14 pessoas, chegamos a ter 45 pacientes internados durante esse período", destaca. 
Corroborando com as palavras de Márcia, o segurança terceirizado Ricardo Martins, de 43 anos, relata que sua principal responsabilidade no dia a dia é evitar que os pacientes fujam, mas destaca que o maior desafio é controlar o constante fluxo de ambulâncias, que "não para nunca".
"É um movimento contínuo. Pacientes de todos os tipos chegam a todo momento. É praticamente impossível calcular quantas vezes as ambulâncias entram e saem do hospital diariamente", afirma.
 
Em paralelo, um enfermeiro, que preferiu não se identificar, expressou otimismo em relação ao recente anúncio de expansão na estrutura do hospital, prevista para 2025. Ele enfatizou que é particularmente desafiador exercer a profissão quando os recursos e o espaço físico são limitados. "Com mais espaço, poderemos oferecer um atendimento mais eficiente e de maior qualidade aos nossos pacientes", finaliza.

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