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Publicada em 03 de Abril de 2024 às 01:25

Diagnóstico precoce possibilita melhor atendimento

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Gabriel Margonar
Gabriel Margonar Repórter
De acordo com o psicólogo especializado em TEA, Maurício Torrada Pereira, uma das grandes mudanças no tratamento do autismo na atualidade está na possibilidade de um diagnóstico precoce, ainda na primeira infância. Antes, isso acontecia em menor frequência.
De acordo com o psicólogo especializado em TEA, Maurício Torrada Pereira, uma das grandes mudanças no tratamento do autismo na atualidade está na possibilidade de um diagnóstico precoce, ainda na primeira infância. Antes, isso acontecia em menor frequência.
"Se bem diagnosticados, no tempo certo e com uma avaliação correta, as crianças atípicas terão todas as chances de se tornarem adultos de sucesso, com grandes possibilidades profissionais e pessoais", afirma. Porém, mesmo entre aqueles não diagnosticados na infância, nunca é tarde para receber o laudo.
Esse é o caso de Dystéfano Bubols dos Santos, de 27 anos. Em 2023, aos 26 anos de idade, o tatuador se descobriu autista de nível 2, após uma colega de trabalho comentar sobre como era o teste.
"Durante as sessões, ela sempre comentava sobre como estava sendo se entender como possível autista. Observando o que era dito, decidi fazer o teste também, para desencargo de consciência, pois via semelhanças. Agora, sinto que consigo lidar melhor com as dificuldades e me respeitar", finaliza.

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