Corrigir texto

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

MERCADO PÚBLICO

- Publicada em 28 de Março de 2014 às 00:00

Bancas afetadas por fogo reabrem no andar térreo


FREDY VIEIRA/JC
Jornal do Comércio
As sete lojas atingidas pelo incêndio ocorrido em julho de 2013 no Mercado Público de Porto Alegre e que estão provisoriamente colocadas no térreo do prédio histórico reabriram oficialmente nesta quinta-feira. Para bancar a montagem dos espaços temporários, os permissionários arcaram com R$ 220 mil. Em troca, a prefeitura isentou-os do aluguel. Até o término de toda a reconstrução do mercado, a sorveteria Beijo Frio, a doceria Casa de Pelotas e os restaurantes Sayuri, Mamma Julia, Telúrico, Bar 26 e Taverna 32 dividirão a área, oferecendo no cardápio apenas os pratos mais procurados.
As sete lojas atingidas pelo incêndio ocorrido em julho de 2013 no Mercado Público de Porto Alegre e que estão provisoriamente colocadas no térreo do prédio histórico reabriram oficialmente nesta quinta-feira. Para bancar a montagem dos espaços temporários, os permissionários arcaram com R$ 220 mil. Em troca, a prefeitura isentou-os do aluguel. Até o término de toda a reconstrução do mercado, a sorveteria Beijo Frio, a doceria Casa de Pelotas e os restaurantes Sayuri, Mamma Julia, Telúrico, Bar 26 e Taverna 32 dividirão a área, oferecendo no cardápio apenas os pratos mais procurados.
A estimativa do prejuízo que cada banca teve em oito meses é de R$ 300 mil, segundo Ivan Konig Vieira, presidente da Associação dos Permissionários do Mercado Público. “Pelo menos, agora poderão atender seu público e trabalhar nesse espaço, que depois voltará a ser palco de eventos, como antes”, afirma, ressaltando que, até o segundo semestre de 2015, as sete bancas deverão continuar recebendo os clientes dessa forma. “As lojas só voltarão para o segundo piso depois que estiver absolutamente tudo pronto”.
Em 11 de março, o Corpo de Bombeiros havia impedido a abertura das bancas, porque ainda faltavam itens de segurança, como detalhes da sinalização e das luzes de emergência. Agora, os quesitos foram todos aprovados pela corporação. Chama a atenção dos fregueses a coifa instalada especialmente para o uso das sete lojas.
As obras de recuperação do Mercado Público, orçadas em R$ 19,5 milhões, serão custeadas por recursos do PAC Cidades Históricas, do governo federal. Segundo Vieira, a primeira parte da obra – a troca das telhas de barro – estará pronta em outubro deste ano. A fase que abrange a reforma e instalação do telhado metálico ainda não tem uma empresa contratada. Melhorar a rede de esgoto, trocar o piso, arrumar os banheiros, reinstalar o serviço de internet móvel, pintar toda a estrutura e deixar o Mercado com aroma de frutas fazem parte da meta de modernização.
O secretário da Produção, Indústria e Comércio, Humberto Goulart, lamenta a batalha judicial que impede, até o momento, a prefeitura de receber o valor do seguro para ajudar com os gastos. “A questão está sob judice. A PGM (Procuradoria-Geral do Município) está tratando disso. Pagamos por um seguro de R$ 16 milhões e não conseguimos retirar nem
R$ 60 mil da seguradora Confiança, que está contestando o contrato”.
Durante a cerimônia de inauguração da “minipraça” de alimentação, o prefeito José Fortunati e o vice-prefeito Sebastião Melo aproveitaram para almoçar e prestigiar a retomada dos serviços das sete bancas. Das 110 lojas do Mercado Público, apenas a Georges Pastel está inativa. Apesar de não ter sido queimada no incidente, a banca fica no canteiro de obras.

Conteúdo Publicitário
Leia também
Comentários CORRIGIR TEXTO