Seja italiana ou alemã, a cuca é um daqueles sabores que carregam a história e a identidade do Rio Grande do Sul. Na 49º Expointer, a Kolonie Backhaus decidiu dar uma nova forma à tradição: transformou a tradicional cuca em uma versão individual, no formato de cupcake. Batizada de Cup Cuca, a novidade foi criada especialmente para a feira e já tem conquistado o público.
A ideia surgiu a partir da observação do comportamento dos visitantes. Como muitas pessoas passam horas circulando pelo Parque de Exposições Assis Brasil, a empresa buscou criar uma opção prática para comer durante o passeio, e que também pudesse agradar às crianças. “As pessoas vêm para a feira e querem comer alguma coisa na hora. Então pensamos: por que não fazer ela em miniatura?”, explica Beatriz Meurer, uma das proprietárias da Kolonie Backhaus.
A Cup Cuca é comercializada por R$ 25,00 em bandejinhas de quatro unidades, com dois sabores ou mais, permitindo ao consumidor experimentar diferentes recheios. A ideia também evita eleger um único sabor como favorito. De acordo com Beatriz, a aceitação tem sido alta, a empresa leva entre 50 e 60 bandejinhas por dia para a feira e estima já ter vendido cerca de 300 unidades nos primeiros dias.
A ideia surgiu a partir da observação do comportamento dos visitantes. Como muitas pessoas passam horas circulando pelo Parque de Exposições Assis Brasil, a empresa buscou criar uma opção prática para comer durante o passeio, e que também pudesse agradar às crianças. “As pessoas vêm para a feira e querem comer alguma coisa na hora. Então pensamos: por que não fazer ela em miniatura?”, explica Beatriz Meurer, uma das proprietárias da Kolonie Backhaus.
A Cup Cuca é comercializada por R$ 25,00 em bandejinhas de quatro unidades, com dois sabores ou mais, permitindo ao consumidor experimentar diferentes recheios. A ideia também evita eleger um único sabor como favorito. De acordo com Beatriz, a aceitação tem sido alta, a empresa leva entre 50 e 60 bandejinhas por dia para a feira e estima já ter vendido cerca de 300 unidades nos primeiros dias.
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A inovação segue uma característica que a marca procura manter também nas cucas tradicionais. No estande, há opções doces, como uva, chocolate e doce de leite, e combinações salgadas que remetem à tradição alemã da família, como linguiça com requeijão, linguiça com cebola caramelizada e copa com figo. “A gente tem uma tradição alemã, então o alemão sempre mistura muito o doce e o salgado”, conta Beatriz.
A Kolonie Backhaus nasceu em 2003, em Salvador do Sul, na Serra Gaúcha. Além das cucas, produz pães, biscoitos e outros produtos coloniais, vendidos nos mercados da região e na feira do município.
A relação com a Expointer também já é antiga. Esta é a 18ª edição em que a empresa participa da feira, que se tornou uma importante vitrine para apresentar seus produtos e a cultura do município e da região. Para Beatriz, o evento proporciona um contato direto com cclientes de diferentes lugares. “É uma vitrine. Aqui a gente mostra não só o nosso produto, mas a cultura do nosso município, da nossa região”, afirma.
Para abastecer o estande, a produção é diária, uma equipe trabalha durante a madrugada em Salvador do Sul para que os produtos cheguem frescos ao parque todos os dias. A operação exige planejamento de matéria-prima e mão de obra, especialmente durante o período da feira.
O esforço tem reflexo direto nas vendas. Na edição passada, considerada pela empresa a melhor participação de sua história na Expointer, foram comercializadas cerca de 3 mil cucas, uma média de 300 por dia.
A expectativa agora é repetir o desempenho. Mesmo com a chuva nos primeiros dias e o aumento no número de expositores, a empresa espera manter a média de vendas. Para se destacar em meio às diversas marcas que comercializam cucas na Expointer, a estratégia é pensar em novidades ao longo de todo o ano. “Durante o ano eu já vou pensando algo diferente para trazer. A gente tenta inovar um sabor ou, como agora, criar as Cup Cucas”, diz Beatriz.
A inovação segue uma característica que a marca procura manter também nas cucas tradicionais. No estande, há opções doces, como uva, chocolate e doce de leite, e combinações salgadas que remetem à tradição alemã da família, como linguiça com requeijão, linguiça com cebola caramelizada e copa com figo. “A gente tem uma tradição alemã, então o alemão sempre mistura muito o doce e o salgado”, conta Beatriz.
A Kolonie Backhaus nasceu em 2003, em Salvador do Sul, na Serra Gaúcha. Além das cucas, produz pães, biscoitos e outros produtos coloniais, vendidos nos mercados da região e na feira do município.
A relação com a Expointer também já é antiga. Esta é a 18ª edição em que a empresa participa da feira, que se tornou uma importante vitrine para apresentar seus produtos e a cultura do município e da região. Para Beatriz, o evento proporciona um contato direto com cclientes de diferentes lugares. “É uma vitrine. Aqui a gente mostra não só o nosso produto, mas a cultura do nosso município, da nossa região”, afirma.
Para abastecer o estande, a produção é diária, uma equipe trabalha durante a madrugada em Salvador do Sul para que os produtos cheguem frescos ao parque todos os dias. A operação exige planejamento de matéria-prima e mão de obra, especialmente durante o período da feira.
O esforço tem reflexo direto nas vendas. Na edição passada, considerada pela empresa a melhor participação de sua história na Expointer, foram comercializadas cerca de 3 mil cucas, uma média de 300 por dia.
A expectativa agora é repetir o desempenho. Mesmo com a chuva nos primeiros dias e o aumento no número de expositores, a empresa espera manter a média de vendas. Para se destacar em meio às diversas marcas que comercializam cucas na Expointer, a estratégia é pensar em novidades ao longo de todo o ano. “Durante o ano eu já vou pensando algo diferente para trazer. A gente tenta inovar um sabor ou, como agora, criar as Cup Cucas”, diz Beatriz.

