A história da Malacara Store começa dentro do Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. Foi em uma edição da Expointer, em 2008, que a marca deu seus primeiros passos. Inicialmente, a proposta do negócio eram botas masculinas, mas não demorou para que a marca conquistasse também o público feminino.
Atualmente, a Malacara conta com uma ampla variedade de produtos, como bolsas, calçados, vestuário, itens de decoração e um mix de acessórios — de chapéus, joias, lenços e cintos a acessórios de chimarrão. Apesar da diversificação, o campo segue como ponto de encontro entre as diferentes linhas da marca, que busca traduzir elementos da cultura e do estilo de vida gaúcho para produtos que vão além do tradicionalismo. A grife de origem gaúcha conta, inclusive, com peças de alto valor agregado, que podem chegar a R$ 28 mil, como a jaqueta de couro python.
“O nascimento da Malacara foi aqui na Expointer, foi o nosso primeiro estande, o nosso primeiro trabalho. A gente desenvolvia somente botas masculinas, as botas de gaúcho”, conta Francis Barbosa, um dos três sócios da marca. De acordo com o empreendedor, desde a primeira feira as mulheres passaram a comprar os modelos pelo conforto do calçado. “Já no primeiro momento, a gente percebeu a necessidade de fazer as botas femininas”, destaca.
Atualmente, a Malacara conta com uma ampla variedade de produtos, como bolsas, calçados, vestuário, itens de decoração e um mix de acessórios — de chapéus, joias, lenços e cintos a acessórios de chimarrão. Apesar da diversificação, o campo segue como ponto de encontro entre as diferentes linhas da marca, que busca traduzir elementos da cultura e do estilo de vida gaúcho para produtos que vão além do tradicionalismo. A grife de origem gaúcha conta, inclusive, com peças de alto valor agregado, que podem chegar a R$ 28 mil, como a jaqueta de couro python.
“O nascimento da Malacara foi aqui na Expointer, foi o nosso primeiro estande, o nosso primeiro trabalho. A gente desenvolvia somente botas masculinas, as botas de gaúcho”, conta Francis Barbosa, um dos três sócios da marca. De acordo com o empreendedor, desde a primeira feira as mulheres passaram a comprar os modelos pelo conforto do calçado. “Já no primeiro momento, a gente percebeu a necessidade de fazer as botas femininas”, destaca.
A Malacara nasceu na Expointer em 2008
NATHAN LEMOS/JC
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A percepção identificada ainda nos primeiros anos ajudou a direcionar a expansão do negócio. O que começou com um produto específico ganhou novas categorias e passou a atender diferentes perfis de consumidores, sem abandonar a ligação com o campo. Hoje, a Malacara atua diretamente com o consumidor final, mantendo uma loja junto à fábrica, em Farroupilha, outra unidade em Gramado e o e-commerce próprio. A marca também participa de feiras ligadas ao agronegócio em diferentes regiões do Brasil.
Apesar da variedade de produtos, Francis afirma que os artigos de couro continuam sendo o carro-chefe da empresa. “Todos eles são de produção própria, produzidos na Serra Gaúcha. Todos calçados, jaquetas de couro, cintos, bolsas são os destaques da marca”, aponta o sócio.
A fabricação própria é justamente uma das características que, segundo o empreendedor, ajudam a diferenciar a operação. A produção concentrada na serra permite à empresa acompanhar diferentes etapas do desenvolvimento das peças e manter a identidade associada ao couro e ao trabalho artesanal da região.
Na Expointer, essa relação com o público ganha uma dimensão ainda maior. O evento reúne negócios ligados ao agronegócio, além de gastronomia, artesanato, tecnologia, serviços e comércio.
O tamanho do público ajuda a explicar a importância do espaço para marcas como a Malacara. Em 2025, a Expointer alcançou o recorde de mais de 1 milhão de visitantes. Já nos três primeiros dias da edição de 2026, 239,3 mil pessoas passaram pelo parque — 80.915 mil no sábado, 92.773 mil no domingo e 65,6 mil na segunda.
Para a Malacara, no entanto, a feira representa mais do que uma oportunidade de venda. É também um momento de contato direto com consumidores que fazem parte da história da empresa e de avaliação dos resultados construídos ao longo do ano. “Como nascemos na feira, é aqui que a gente encontra o nosso público e tem a certeza e a comprovação que o nosso trabalho do ano está sendo bem feito. Aqui, é onde medimos isso no contato direto com o cliente. Funciona como um termomêtro”, explica Francis.
A percepção identificada ainda nos primeiros anos ajudou a direcionar a expansão do negócio. O que começou com um produto específico ganhou novas categorias e passou a atender diferentes perfis de consumidores, sem abandonar a ligação com o campo. Hoje, a Malacara atua diretamente com o consumidor final, mantendo uma loja junto à fábrica, em Farroupilha, outra unidade em Gramado e o e-commerce próprio. A marca também participa de feiras ligadas ao agronegócio em diferentes regiões do Brasil.
Apesar da variedade de produtos, Francis afirma que os artigos de couro continuam sendo o carro-chefe da empresa. “Todos eles são de produção própria, produzidos na Serra Gaúcha. Todos calçados, jaquetas de couro, cintos, bolsas são os destaques da marca”, aponta o sócio.
As botas e demais artigos de couro são os destaques da Malacara
NATHAN LEMOS/JC
Na Expointer, essa relação com o público ganha uma dimensão ainda maior. O evento reúne negócios ligados ao agronegócio, além de gastronomia, artesanato, tecnologia, serviços e comércio.
O tamanho do público ajuda a explicar a importância do espaço para marcas como a Malacara. Em 2025, a Expointer alcançou o recorde de mais de 1 milhão de visitantes. Já nos três primeiros dias da edição de 2026, 239,3 mil pessoas passaram pelo parque — 80.915 mil no sábado, 92.773 mil no domingo e 65,6 mil na segunda.
Para a Malacara, no entanto, a feira representa mais do que uma oportunidade de venda. É também um momento de contato direto com consumidores que fazem parte da história da empresa e de avaliação dos resultados construídos ao longo do ano. “Como nascemos na feira, é aqui que a gente encontra o nosso público e tem a certeza e a comprovação que o nosso trabalho do ano está sendo bem feito. Aqui, é onde medimos isso no contato direto com o cliente. Funciona como um termomêtro”, explica Francis.

