Há negócios que conseguem atravessar uma década sem perder a conexão com o lugar onde nasceram. Em 2026, enquanto o GeraçãoE completa 11 anos acompanhando as transformações do empreendedorismo gaúcho, uma série de negócios que surgiram no Estado no mesmo período também chegam a essa marca.
É o caso do 20Barra9, que abriu sua primeira casa em 2015, na rua Hilário Ribeiro, no bairro Moinhos de Vento. O primeiro ponto da marca fechou as portas em 2024, porém, o encerramento da operação onde tudo começou foi apenas um dos desafios enfrentados durante a expansão da rede.
O restaurante, hoje situado em pontos marcantes da Capital, como o Iguatemi Porto Alegre, Pontal Shopping e o Cais Embarcadero, seis anos após a inauguração, passou a fazer parte do Grupo Manda Brasa, que engloba o 20Barra9, De Rua e o 1835 Carne e Brasa, em Canela. Além disso, o grupo conta com uma operação do 20Barra9 na temporada de verão no Bali Hai Atlântida, em Xangri-lá.
“Falamos que foram 10 primeiros anos bem intensos, porque a gente teve várias aberturas de casa, tivemos uma pandemia e uma enchente que acabamos superando. Ano passado, foi o ano de estabilização da marca para a gente dar um novo salto de crescimento que começa no fim deste ano”, comenta Martin Tellechea, sócio do Grupo Manda Brasa, sobre o primeiro ano após a primeira década de negócio. Entre as novidades está a inauguração de um 20Barra9 no Parque Caracol, em Canela, na Serra Gaúcha. O lançamento da nova operação acontece em outubro.
Além da novidade na Serra, Martin antecipa alguns novos investimentos para o último trimestre do próximo ano, entre eles uma nova marca do Grupo Manda Brasa. “Vai ser em um novo prédio, o Country Tower, da CLF, que também fomos convidados e ficamos muito contentes”, comenta ele, sobre o novo negócio, que irá ocupar o prédio corporativo na avenida Nilo Peçanha.
“Acredito que essa região seja uma das mais pujantes em Porto Alegre. Vamos estar pertinho do Iguatemi, testando uma nova operação, uma outra gastronomia, com raízes gaúchas, mas com outro tipo de culinária, que em breve vamos dar mais detalhes.”
É o caso do 20Barra9, que abriu sua primeira casa em 2015, na rua Hilário Ribeiro, no bairro Moinhos de Vento. O primeiro ponto da marca fechou as portas em 2024, porém, o encerramento da operação onde tudo começou foi apenas um dos desafios enfrentados durante a expansão da rede.
O restaurante, hoje situado em pontos marcantes da Capital, como o Iguatemi Porto Alegre, Pontal Shopping e o Cais Embarcadero, seis anos após a inauguração, passou a fazer parte do Grupo Manda Brasa, que engloba o 20Barra9, De Rua e o 1835 Carne e Brasa, em Canela. Além disso, o grupo conta com uma operação do 20Barra9 na temporada de verão no Bali Hai Atlântida, em Xangri-lá.
“Falamos que foram 10 primeiros anos bem intensos, porque a gente teve várias aberturas de casa, tivemos uma pandemia e uma enchente que acabamos superando. Ano passado, foi o ano de estabilização da marca para a gente dar um novo salto de crescimento que começa no fim deste ano”, comenta Martin Tellechea, sócio do Grupo Manda Brasa, sobre o primeiro ano após a primeira década de negócio. Entre as novidades está a inauguração de um 20Barra9 no Parque Caracol, em Canela, na Serra Gaúcha. O lançamento da nova operação acontece em outubro.
Além da novidade na Serra, Martin antecipa alguns novos investimentos para o último trimestre do próximo ano, entre eles uma nova marca do Grupo Manda Brasa. “Vai ser em um novo prédio, o Country Tower, da CLF, que também fomos convidados e ficamos muito contentes”, comenta ele, sobre o novo negócio, que irá ocupar o prédio corporativo na avenida Nilo Peçanha.
“Acredito que essa região seja uma das mais pujantes em Porto Alegre. Vamos estar pertinho do Iguatemi, testando uma nova operação, uma outra gastronomia, com raízes gaúchas, mas com outro tipo de culinária, que em breve vamos dar mais detalhes.”
Parte da identidade da capital gaúcha
Além de se consolidar como um negócio, a marca também passou a fazer parte da identidade de Porto Alegre. Seja pela gastronomia com base nas raízes gaúchas, pelos eventos realizados ou pelo próprio nome, que faz referência à data da Revolução Farroupilha, o 20Barra9 está entre os estabelecimentos que celebram a cultura e o estilo da cidade e do Estado como um todo.
“É um baita orgulho para a gente poder estar tão enraizado com Porto Alegre, com o Rio Grande do Sul. É algo que está presente no nosso nome”, afirma o empreendedor.
Martin salienta também a escolha dos pontos, algo que o grupo considerou importante e significativo, pois foram locais que dialogam com a ideia de celebrar Porto Alegre.
“É um baita orgulho para a gente poder estar tão enraizado com Porto Alegre, com o Rio Grande do Sul. É algo que está presente no nosso nome”, afirma o empreendedor.
Martin salienta também a escolha dos pontos, algo que o grupo considerou importante e significativo, pois foram locais que dialogam com a ideia de celebrar Porto Alegre.
Eventos e ativações como braço do negócio
“Sempre falamos que queremos ser mais que um restaurante, mais que uma operação gastronômica. Hoje, somos uma marca com várias vertentes de negócio e, sem dúvidas, os eventos são importantes para gerar conexão com a comunidade”, reflete Martin.
De acordo com o empreendedor, parte do crescimento da marca e das conquistas alcançadas se dá a partir da relação construída com os clientes para fora dos restaurantes. Com 12 horas de churrasco open food, atrações culturais, entre outras ações, o Festival Manda Brasa é um dos exemplos. Realizado pelo 20Barra9, em parceria com o Instituto Caldeira e a Opinião Produtora, o evento celebra o aniversário da marca.
“Desse jeito, acabamos participando de vários momentos da vida do cliente. Isso cria uma memória nas pessoas e um sentimento de pertencimento muito grande, fazendo com que elas sigam nos acompanhando em outros momentos depois disso”, explica.
Para além dos eventos próprios, a marca hoje busca estar presente em iniciativas que fomentem a cena empreendedora, cultural e de inovação da Capital, como o South Summit Brazil. “A gente se empenha muito em poder participar e ajudar Porto Alegre como um todo a crescer. Somos superparceiros do Instituto Caldeira, porque entendemos que é uma iniciativa muito importante para a cidade, e inclusive realizamos a nossa festa lá”, comenta, afirmando que, até o fim de 2026, a ideia é ocupar um imóvel em frente ao hub de inovação com o backoffice da empresa, hoje localizado no bairro Auxiliadora.
De acordo com o empreendedor, parte do crescimento da marca e das conquistas alcançadas se dá a partir da relação construída com os clientes para fora dos restaurantes. Com 12 horas de churrasco open food, atrações culturais, entre outras ações, o Festival Manda Brasa é um dos exemplos. Realizado pelo 20Barra9, em parceria com o Instituto Caldeira e a Opinião Produtora, o evento celebra o aniversário da marca.
“Desse jeito, acabamos participando de vários momentos da vida do cliente. Isso cria uma memória nas pessoas e um sentimento de pertencimento muito grande, fazendo com que elas sigam nos acompanhando em outros momentos depois disso”, explica.
Para além dos eventos próprios, a marca hoje busca estar presente em iniciativas que fomentem a cena empreendedora, cultural e de inovação da Capital, como o South Summit Brazil. “A gente se empenha muito em poder participar e ajudar Porto Alegre como um todo a crescer. Somos superparceiros do Instituto Caldeira, porque entendemos que é uma iniciativa muito importante para a cidade, e inclusive realizamos a nossa festa lá”, comenta, afirmando que, até o fim de 2026, a ideia é ocupar um imóvel em frente ao hub de inovação com o backoffice da empresa, hoje localizado no bairro Auxiliadora.
O que permanece depois da primeira década?
Atualmente, o Grupo Manda Brasa conta com 270 colaboradores. Com a nova operação no Parque Caracol, a expectativa é a contratação de mais de 30 funcionários. De acordo com Martin, durante a temporada de verão, com a operação no Litoral, o grupo pode chegar a 370 pessoas.
“Começamos na Hilário Ribeiro, durante três anos a gente só tinha aquela loja pequena, e, agora, já estamos indo para a sétima operação”, comenta, sobre o crescimento em 11 anos, que exige estratégia, planejamento e treinamento.
“Temos que formar muitos líderes, muita gente que vá poder nos representar como donos, e são donos, se sentem donos lá na ponta do negócio”, comenta Martin, observando que o principal desafio atual é a formação de gente. “Por isso, muitas vezes, falamos não para algumas operações para poder se organizar e não dar um passo maior que a perna. Precisamos de muita gente para seguir crescendo”, destaca.
“Começamos na Hilário Ribeiro, durante três anos a gente só tinha aquela loja pequena, e, agora, já estamos indo para a sétima operação”, comenta, sobre o crescimento em 11 anos, que exige estratégia, planejamento e treinamento.
“Temos que formar muitos líderes, muita gente que vá poder nos representar como donos, e são donos, se sentem donos lá na ponta do negócio”, comenta Martin, observando que o principal desafio atual é a formação de gente. “Por isso, muitas vezes, falamos não para algumas operações para poder se organizar e não dar um passo maior que a perna. Precisamos de muita gente para seguir crescendo”, destaca.
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Os próximos passos já alcançam um território maior do que o Sul do País. “Estamos preparando, principalmente, a nossa estrutura de back, que está por trás das operações e que é importante para fazer a máquina rodar, para poder, de fato, ir bem estruturado para fora do Estado, possivelmente São Paulo sendo o destino”, afirma.
Para a expansão, o empreendedor garante que o cuidado com as pessoas é algo que permanece após a primeira década do negócio. “Acho que o principal é o cuidado com as pessoas, desde os nossos clientes aos nossos funcionários, que chamamos de clientes internos. É algo que vai nos fazer seguir crescendo”, constata Martin.
Os próximos passos já alcançam um território maior do que o Sul do País. “Estamos preparando, principalmente, a nossa estrutura de back, que está por trás das operações e que é importante para fazer a máquina rodar, para poder, de fato, ir bem estruturado para fora do Estado, possivelmente São Paulo sendo o destino”, afirma.
Para a expansão, o empreendedor garante que o cuidado com as pessoas é algo que permanece após a primeira década do negócio. “Acho que o principal é o cuidado com as pessoas, desde os nossos clientes aos nossos funcionários, que chamamos de clientes internos. É algo que vai nos fazer seguir crescendo”, constata Martin.
Cervejaria de Campo Bom aposta em tecnologia para seguir crescendo
Há negócios que usam a marca de 10 anos como ponto de partida para um novo momento. É o caso da Roleta Russa, marca de cervejas artesanais criada há 11 anos dentro da Cervejaria Imigração, em Campo Bom, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Nascida da aposta em um estilo que ainda ganhava espaço no Brasil, a empresa construiu sua trajetória em torno das cervejas artesanais lupuladas e, hoje, segundo Otávio Leon Ermel, diretor e fundador da marca, a Roleta Russa está entre as maiores produtoras desse segmento no País.
A criação da marca partiu de uma percepção dos empreendedores sobre o comportamento do mercado internacional. “Sempre fomos apaixonados por cervejas lupuladas. Baseando-se em uma tendência que se consolidou em outros países, como Inglaterra e Estados Unidos, nós sabíamos que chegaria esse momento no nosso País”, comenta Otávio.
Desde então, a operação passou por uma expansão que exigiu mudanças dentro da própria empresa. A fábrica, que começou com 500 m², cresceu ao longo dos anos, acompanhando a evolução comercial da marca. Segundo o empreendedor, atualmente os produtos chegam a praticamente todos os estados brasileiros, além de trabalhos pontuais no mercado asiático.
A identidade visual da Roleta Russa acompanha a proposta de seus produtos. Com uma comunicação jovem e irreverente, a marca aposta em uma linguagem compatível com o perfil das cervejas que produz. “Uma marca que só faz cervejas extremas se permite a uma comunicação ousada, descolada", explica o diretor.
A criação da marca partiu de uma percepção dos empreendedores sobre o comportamento do mercado internacional. “Sempre fomos apaixonados por cervejas lupuladas. Baseando-se em uma tendência que se consolidou em outros países, como Inglaterra e Estados Unidos, nós sabíamos que chegaria esse momento no nosso País”, comenta Otávio.
Desde então, a operação passou por uma expansão que exigiu mudanças dentro da própria empresa. A fábrica, que começou com 500 m², cresceu ao longo dos anos, acompanhando a evolução comercial da marca. Segundo o empreendedor, atualmente os produtos chegam a praticamente todos os estados brasileiros, além de trabalhos pontuais no mercado asiático.
A identidade visual da Roleta Russa acompanha a proposta de seus produtos. Com uma comunicação jovem e irreverente, a marca aposta em uma linguagem compatível com o perfil das cervejas que produz. “Uma marca que só faz cervejas extremas se permite a uma comunicação ousada, descolada", explica o diretor.
Crescimento e desafios do mercado
A ampliação da produção e da distribuição exigiu investimentos em processos de controle, além de treinamento e qualificação das equipes. Para Otávio, quanto maior a operação, maior também é o impacto de eventuais erros.
“Acredito que o desafio acaba sendo uma sequência: crescer comercialmente, crescer industrialmente, treinar e qualificar as equipes. Sempre com o foco de entregarmos produtos de qualidade, pois quanto mais cresce, mais precisa investir em controles, pois errar pode custar caro quando se é maior”, identifica o empreendedor.
A distribuição nacional também adicionou complexidade à operação. Além dos custos logísticos, a empresa precisa lidar com regras tributárias diferentes entre os estados. O varejo, por sua vez, tornou-se um dos principais canais da marca. “Representa grande parte do faturamento, pois após a pandemia este mercado cresceu muito, como consequência do hábito das pessoas consumirem em casa”, explica.
“Acredito que o desafio acaba sendo uma sequência: crescer comercialmente, crescer industrialmente, treinar e qualificar as equipes. Sempre com o foco de entregarmos produtos de qualidade, pois quanto mais cresce, mais precisa investir em controles, pois errar pode custar caro quando se é maior”, identifica o empreendedor.
A distribuição nacional também adicionou complexidade à operação. Além dos custos logísticos, a empresa precisa lidar com regras tributárias diferentes entre os estados. O varejo, por sua vez, tornou-se um dos principais canais da marca. “Representa grande parte do faturamento, pois após a pandemia este mercado cresceu muito, como consequência do hábito das pessoas consumirem em casa”, explica.
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De olho no futuro e nas tendências
Com a primeira década concluída, a preocupação agora é acompanhar a mudança nos hábitos de consumo sem abandonar a característica que deu origem ao negócio. A empresa passou a desenvolver versões que atendem a públicos e ocasiões diferentes, como cervejas lupuladas sem álcool, sem glúten e com zero carboidratos e zero açúcar.
A diversificação também chegou a outras categorias. Recentemente, a marca começou a desenvolver drinks em versões de combos com whisky, vodka e gin. A estratégia é ampliar as possibilidades de consumo e acompanhar novas tendências, mantendo a essência de produtos.
A tecnologia é outra frente de investimento para os próximos anos. “Estamos sempre em busca de tendências e novas tecnologias, recentemente adquirimos um equipamento dinamarquês para a remoção do álcool. Uma tecnologia que retira o álcool do produto pronto preservando o aroma e sabor após a remoção”, destaca Otávio.
Para ele, crescer depois dos primeiros dez anos depende menos de ser fiel a um modelo e mais de entender as mudanças do consumidor. O empreendedor ainda indica ações que podem contribuir com o crescimento contínuo, após a consolidação do negócio. “Tenham uma boa equipe, discutam sobre problemas, soluções e objetivos, o time faz toda a diferença para o seu negócio. Invista no seu negócio e entenda as necessidades dos clientes, pois é o consumo gerado por ele que vai determinar a continuidade da sua empresa”, aconselha.
A diversificação também chegou a outras categorias. Recentemente, a marca começou a desenvolver drinks em versões de combos com whisky, vodka e gin. A estratégia é ampliar as possibilidades de consumo e acompanhar novas tendências, mantendo a essência de produtos.
A tecnologia é outra frente de investimento para os próximos anos. “Estamos sempre em busca de tendências e novas tecnologias, recentemente adquirimos um equipamento dinamarquês para a remoção do álcool. Uma tecnologia que retira o álcool do produto pronto preservando o aroma e sabor após a remoção”, destaca Otávio.
Para ele, crescer depois dos primeiros dez anos depende menos de ser fiel a um modelo e mais de entender as mudanças do consumidor. O empreendedor ainda indica ações que podem contribuir com o crescimento contínuo, após a consolidação do negócio. “Tenham uma boa equipe, discutam sobre problemas, soluções e objetivos, o time faz toda a diferença para o seu negócio. Invista no seu negócio e entenda as necessidades dos clientes, pois é o consumo gerado por ele que vai determinar a continuidade da sua empresa”, aconselha.
Confira 11 negócios de gastronomia com a cara de Porto Alegre
Em comemoração aos 11 anos do GeraçãoE, nossa equipe foi a campo no Tecnopuc, onde está a redação do Jornal do Comércio, e perguntou a 11 pessoas: qual é o teu estabelecimento preferido da Capital? Confira as respostas com dicas de bares, restaurantes e cafeterias para conhecer e celebrar o aniversário do GE.
1. Lancheria do Parque
Em frente à Redenção, na Osvaldo Aranha, a Lancheria do Parque — carinhosamente apelidada de Lanchera — é um dos points mais icônicos do Bom Fim, desde 1982. Atravessando gerações: desde os fiéis ao suco na jarra de liquidificador, ao xis coração e até o filé à parmegiana, a casa se tornou uma cooperativa entre os funcionários mais antigos, e é conhecida por um detalhe que virou marca registrada: os pedidos são gritados da mesa até a chapa, sem comanda eletrônica nem QR code.
• Endereço: avenida Osvaldo Aranha, nº 1086, no Bom Fim.
2. Panorama Gastronômico
Localizado no Campus da Pucrs, o Panorama Gastronômico é um dos buffets clássicos de Porto Alegre. A tradição se destaca justamente por sua variedade, já que possui um cardápio exclusivo para cada dia da semana.
• Endereço: prédio 41 da Pucrs, na avenida Ipiranga, nº 6681, no Partenon.
3. Paralela
Um lugar acolhedor para que mulheres se sintam em casa e, de quebra, experimentem drinks autorais inspirados em grandes figuras femininas da história. Esse é o norte do Paralela, bar na Cidade Baixa. A casa aposta em karaokê, jogos de mesa e sinuca.
• Endereço: rua Lopo Gonçalves, nº 66, na Cidade Baixa.
4. Tapas y Besos
Desde 2024 na Capital, o Tapas y Besos combina gastronomia e coquetelaria em um ambiente que pretende ser um pedaço da Espanha às margens do Guaíba, no Cais Embarcadero. Com rooftop e DJs como atração, o bar oferece vista privilegiada para quem quer apreciar o pôr do sol na beira do rio.
• Endereço: avenida Mauá, nº 1050, armazém a1, no Centro Histórico.
5. Ovo Gastronomia
No bairro Três Figueiras, o Ovo Gastronomia reúne bufê de comida caseira e rodízio de pizza. A operação conta com mais de 50 sabores de pizzas e tem como estrela a feijoada aos fins de semana.
• Endereço: rua Desembargador Espiridião de Lima Medeiros, nº 389, no bairro Três Figueiras.
6. Boteco Cambucá
Na Cidade Baixa, o Boteco Cambucá resgata os sabores típicos brasileiros com foco em cachaças artesanais. O espaço também aposta em shows de artistas locais, com destaque para o samba e o MPB.
• Endereço: rua José do Patrocínio, nº 1254, na Cidade Baixa.
7. Oak’s Burritos y Bowls
Fundada em 2010, a rede de franquias de comida mexicana Oak’s Burritos y Bowls tem como carro-chefe os burritos. Apesar da inspiração mexicana, o cardápio é pensado sob medida para o paladar brasileiro, fugindo do rótulo de fast food, com foco em ingredientes menos processados.
• Endereço: Oak’s Zona Sul (rua Dr. Armando Barbedo, nº 256, loja 02), Oak’s Viva Open Mall (rua Dr. Nilo Peçanha, nº 3228) e Oak’s Bom Fim (rua Vasco da Gama, nº 153).
8. Tudo Pelo Social
Falou em à la minuta, o Tudo Pelo Social é referência. Na Cidade Baixa desde 1988, o restaurante virou sinônimo de memória porto-alegrense pela combinação simples de comida farta, preço popular e fila garantida na porta.
• Endereço: rua João Alfredo, nº 448, na Cidade Baixa.
9. Hard Rock Café
Culinária americana, rock e artigos colecionáveis dentro do Pontal Shopping: assim é o Hard Rock Cafe Porto Alegre. O espaço com mais de 1 mil m², reúne um acervo de itens musicais do mundo todo, como roupas usadas por estrelas do rock, álbuns raros, objetos de cena de shows e outras raridades.
• Endereço: Pontal Shopping, na avenida Padre Cacique, nº 2893.
10. Agridoce Café
O Agridoce Café funciona em uma casa dos anos 1920, e é conhecido pela decoração surrealista e vintage. Com biblioteca coletiva para os clientes, o local apresenta um menu com confeitaria própria e brunch com mais de 30 opções entre doces e salgados.
• Endereço: rua Sarmento Leite, nº 1024, na Cidade Baixa.
11. Fashion Bar
Na Orla de Ipanema, o Fashion Bar (@fashionbaripanema) é um boteco clássico: tem mesa de sinuca como um dos grandes atrativos e o cardápio passa por lanches como xis, pizzas, petiscos, pastel e dogs, sempre acompanhados de drinks.
• Endereço: avenida Guaíba, nº 958, em Ipanema.

