Aberta desde dezembro em Porto Alegre, a Sala Ruído se apresenta como um salão de beleza com proposta que vai além da estética. O espaço reúne serviços de corte, coloração e cuidados capilares com foco em valorizar os fios naturais e oferecer um atendimento personalizado.
Um dos diferenciais do salão é a presença de serviços especializados voltados à saúde do couro cabeludo e dos fios. A tricologista e terapeuta capilar Vanessa Berg integra a equipe oferecendo avaliações e tratamentos específicos para questões capilares.
“Realizo um atendimento bem personalizado, que envolve escutar os problemas e as queixas em relação à pele do couro cabeludo, à queda, afinamento capilar”, explica Vanessa. O trabalho inclui também o tratamento de patologias como seborreia, psoríase, entre outras condições.
As avaliações e terapias utilizam tecnologias específicas. “Faço a avaliação a partir de um tricoscópio, um equipamento que funciona como uma espécie de microscópio para a pele. Também realizamos tratamentos com laser e fototerapia”, detalha. Segundo ela, a proposta da Sala Ruído é unir criatividade e cuidado com a saúde capilar.
O salão se propõe ainda a ser um espaço inclusivo, sem delimitar público por idade ou gênero. Apesar disso, muitos clientes compartilham um interesse em comum: manter os cabelos em sua forma natural, sem químicas que alterem a estrutura dos fios. “O público que nos procura busca se reconhecer de uma forma diferente, gosta de sair um pouco fora do padrão”, comenta a cabeleireira e sócia do negócio, Raquel Saim. Entre os serviços mais procurados estão os cortes e as colorações.
Um dos diferenciais do salão é a presença de serviços especializados voltados à saúde do couro cabeludo e dos fios. A tricologista e terapeuta capilar Vanessa Berg integra a equipe oferecendo avaliações e tratamentos específicos para questões capilares.
“Realizo um atendimento bem personalizado, que envolve escutar os problemas e as queixas em relação à pele do couro cabeludo, à queda, afinamento capilar”, explica Vanessa. O trabalho inclui também o tratamento de patologias como seborreia, psoríase, entre outras condições.
As avaliações e terapias utilizam tecnologias específicas. “Faço a avaliação a partir de um tricoscópio, um equipamento que funciona como uma espécie de microscópio para a pele. Também realizamos tratamentos com laser e fototerapia”, detalha. Segundo ela, a proposta da Sala Ruído é unir criatividade e cuidado com a saúde capilar.
O salão se propõe ainda a ser um espaço inclusivo, sem delimitar público por idade ou gênero. Apesar disso, muitos clientes compartilham um interesse em comum: manter os cabelos em sua forma natural, sem químicas que alterem a estrutura dos fios. “O público que nos procura busca se reconhecer de uma forma diferente, gosta de sair um pouco fora do padrão”, comenta a cabeleireira e sócia do negócio, Raquel Saim. Entre os serviços mais procurados estão os cortes e as colorações.
Vanessa também atua nessas áreas e possui especialização em cabelos cacheados e crespos. Mesmo com a preferência por cortes criativos, a equipe ressalta que estilos clássicos continuam sendo atendidos. “O nosso nicho foi criado de forma orgânica. Como muitos clientes já eram atendidos por nós há anos, entendiam a nossa proposta e acabaram trazendo outras pessoas que buscavam esse mesmo estilo”, destaca Raquel.
A valorização dos fios naturais também aparece na finalização dos cabelos, que prioriza produtos mais leves e um acabamento menos estruturado. “Acho que existe uma tendência das pessoas procurarem algo que não tome muito tempo da rotina. Quando divulgamos nosso trabalho com esse aspecto mais natural, atraímos um cliente que já busca isso para o dia a dia”, completa Raquel.
O espaço físico acompanha essa proposta. O salão tem um ambiente amplo, com decoração despojada e criativa, marcada pela presença de folhagens que reforçam a proposta natural do negócio. Um mezanino abriga uma sala reservada para as avaliações e tratamentos capilares.
A Sala Ruído conta ainda com três bancadas de atendimento, além das utilizadas pelos profissionais fixos. Esses espaços também podem receber artistas convidados. De acordo com Raquel, muitos deles vêm de São Paulo e abrem agendas temporárias para atender em Porto Alegre.
Nos fundos do salão, há também um espaço dedicado a uma coleção de roupas assinada por Vanessa. “Já atuei como designer de moda e essa foi minha última coleção antes de fazer essa transição de carreira”, explica.
A valorização dos fios naturais também aparece na finalização dos cabelos, que prioriza produtos mais leves e um acabamento menos estruturado. “Acho que existe uma tendência das pessoas procurarem algo que não tome muito tempo da rotina. Quando divulgamos nosso trabalho com esse aspecto mais natural, atraímos um cliente que já busca isso para o dia a dia”, completa Raquel.
O espaço físico acompanha essa proposta. O salão tem um ambiente amplo, com decoração despojada e criativa, marcada pela presença de folhagens que reforçam a proposta natural do negócio. Um mezanino abriga uma sala reservada para as avaliações e tratamentos capilares.
A Sala Ruído conta ainda com três bancadas de atendimento, além das utilizadas pelos profissionais fixos. Esses espaços também podem receber artistas convidados. De acordo com Raquel, muitos deles vêm de São Paulo e abrem agendas temporárias para atender em Porto Alegre.
Um dos diferenciais do salão é a presença de serviços especializados voltados à saúde do couro cabeludo e dos fios
TÂNIA MEINERZ/JC
Nos fundos do salão, há também um espaço dedicado a uma coleção de roupas assinada por Vanessa. “Já atuei como designer de moda e essa foi minha última coleção antes de fazer essa transição de carreira”, explica.
História do negócio
A Sala Ruído é a materialização de um negócio pensado a quatro mãos. Raquel Saim e Laurie Martignago, sócios à frente do salão, já atuam no segmento de cabelos há anos.
Laurie divide sua agenda de atendimentos entre São Paulo e Porto Alegre. Na capital paulista, ele também está à frente do Pelo Tosco, salão já consolidado que tem como foco um público mais alternativo. Segundo Raquel, a proposta da Sala Ruído foi trazer um pouco desse estilo para Porto Alegre.
“Nos juntamos aqui para começar a fazer essa movimentação também”, comenta a empreendedora, que já acompanhava o trabalho do sócio. “Sempre me inspirava muito no trabalho dele. Ele tem um estilo mais independente e já viajou o mundo fazendo cabelos”, conta.
Os dois se conheceram pouco antes da pandemia de Covid-19 e, desde então, compartilhavam a ideia de trabalhar juntos. “Nos juntamos pela primeira vez duas semanas antes de tudo começar a fechar. O Laurie saiu de Porto Alegre e eu fiquei um tempo parada”, lembra Raquel. Depois disso, ela voltou a atender sozinha, primeiro em casa e também a domicílio.
Nos anos seguintes, cada um seguiu caminhos diferentes, mas a ideia de unir forças permaneceu. Raquel se tornou mãe e abriu o próprio espaço na Capital. Laurie também chegou a operar um salão sozinho em Porto Alegre. Os caminhos voltaram a se cruzar no último ano, quando decidiram que era o momento certo para abrir um negócio em sociedade.
“Decidimos dar esse passo de juntar as malinhas e abrir um lugar. Era para ser um movimento mais devagar, mas encontramos o espaço e já fechamos”, conta Raquel. Na época, ela já contava com a parceria de Vanessa, que acabou se juntando ao projeto para complementar a proposta do salão com serviços voltados à saúde capilar.
Além dos atendimentos, os sócios pretendem transformar a Sala Ruído em um espaço criativo que vá além da função tradicional de um salão de beleza.
“Não é algo ainda totalmente definido, mas estamos buscando projetos diferentes para ocupar o nosso espaço”, afirma Raquel.
Laurie divide sua agenda de atendimentos entre São Paulo e Porto Alegre. Na capital paulista, ele também está à frente do Pelo Tosco, salão já consolidado que tem como foco um público mais alternativo. Segundo Raquel, a proposta da Sala Ruído foi trazer um pouco desse estilo para Porto Alegre.
“Nos juntamos aqui para começar a fazer essa movimentação também”, comenta a empreendedora, que já acompanhava o trabalho do sócio. “Sempre me inspirava muito no trabalho dele. Ele tem um estilo mais independente e já viajou o mundo fazendo cabelos”, conta.
Os dois se conheceram pouco antes da pandemia de Covid-19 e, desde então, compartilhavam a ideia de trabalhar juntos. “Nos juntamos pela primeira vez duas semanas antes de tudo começar a fechar. O Laurie saiu de Porto Alegre e eu fiquei um tempo parada”, lembra Raquel. Depois disso, ela voltou a atender sozinha, primeiro em casa e também a domicílio.
Nos anos seguintes, cada um seguiu caminhos diferentes, mas a ideia de unir forças permaneceu. Raquel se tornou mãe e abriu o próprio espaço na Capital. Laurie também chegou a operar um salão sozinho em Porto Alegre. Os caminhos voltaram a se cruzar no último ano, quando decidiram que era o momento certo para abrir um negócio em sociedade.
“Decidimos dar esse passo de juntar as malinhas e abrir um lugar. Era para ser um movimento mais devagar, mas encontramos o espaço e já fechamos”, conta Raquel. Na época, ela já contava com a parceria de Vanessa, que acabou se juntando ao projeto para complementar a proposta do salão com serviços voltados à saúde capilar.
Além dos atendimentos, os sócios pretendem transformar a Sala Ruído em um espaço criativo que vá além da função tradicional de um salão de beleza.
“Não é algo ainda totalmente definido, mas estamos buscando projetos diferentes para ocupar o nosso espaço”, afirma Raquel.

