Quase quatro anos após a abertura da operação, a Charlie (@charliecandies) anunciou nas redes sociais o encerramento das atividades na Zona Sul de Porto Alegre. Localizada no shopping Paseo, a unidade fez parte de uma série de ampliações feitas pela marca. No entanto, o fechamento da segunda loja em quatro meses representa, de acordo com a nota oficial de despedida, uma nova fase da doceria. “Chegou a hora de assumir a maturidade de quem quer estar. E por mais que todos os estímulos do mercado vendam a ideia do crescer, o sentimento que nos rege é da leveza do perder. Decidimos perder para ganhar”, destaca a nota.
Ainda de acordo com a publicação, o encerramento representa a busca pelo encontro com a identidade da marca. “Quem nos acompanha de perto entende decisões pesadas como essa tem nos deixado mais leves. Queremos carregar menos cargas, voltar a sorrir pelo recomeço de algo que fez nosso olho brilhar quando começamos em 2014”, recorda a nota sobre o período inicial da marca.
A maturidade da marca passa por uma estabilidade que fará parte das prioridades da Charlie daqui para frente. “Agora desejamos investir na expansão do buffet do Moinhos para também acontecer no MontSerrat, no jardim de Floripa, na área externa da nossa fábrica, na relação mais próxima com a equipe, na qualidade da nossa vida profissional e pessoal, no equilíbrio financeiro que nunca tivemos”, confessa a publicação.
Às dezenas de comentários da publicação que lamentaram o encerramento, a Charlie agradece e deixa uma mensagem. “Não vamos prometer que voltaremos em breve, mas podemos garantir que estaremos aqui onde tudo começou: dentro [do coração]”.
Ainda de acordo com a publicação, o encerramento representa a busca pelo encontro com a identidade da marca. “Quem nos acompanha de perto entende decisões pesadas como essa tem nos deixado mais leves. Queremos carregar menos cargas, voltar a sorrir pelo recomeço de algo que fez nosso olho brilhar quando começamos em 2014”, recorda a nota sobre o período inicial da marca.
A maturidade da marca passa por uma estabilidade que fará parte das prioridades da Charlie daqui para frente. “Agora desejamos investir na expansão do buffet do Moinhos para também acontecer no MontSerrat, no jardim de Floripa, na área externa da nossa fábrica, na relação mais próxima com a equipe, na qualidade da nossa vida profissional e pessoal, no equilíbrio financeiro que nunca tivemos”, confessa a publicação.
Às dezenas de comentários da publicação que lamentaram o encerramento, a Charlie agradece e deixa uma mensagem. “Não vamos prometer que voltaremos em breve, mas podemos garantir que estaremos aqui onde tudo começou: dentro [do coração]”.
Confira a nota na íntegra:
Tem um lado triste em encerrar ciclos porque a gente gosta do que vive, mas tem vezes que a vida exige movimento e mudança. Depois que abrimos a Casa Charlie Moinhos - na comemoração dos 10 anos da marca - decidimos que aquele seria um fim (ou um recomeço?). Pelo menos por hora não desejávamos (nem desejamos) expandir mais a marca e as operações. Veio a vontade e a urgência de olhar pra dentro. O fechamento da unidade do Bom Fim (em setembro) já estava certo desde antes de abrir aquela portinha. No fundo a gente sabia que não era pra gente. A operação do Paseo estava em análise desde janeiro do ano passado. A gente também sabia que não fazia mais sentido. E o ponto aqui não são (apenas) números, resultado e dados de gestão. Encerrar tais operações tem a ver com nosso desejo de entrega. De direcionar o olhar para onde de fato a gente consegue estar.
Durante todo esse tempo a sensação é que a juventude da marca nos levou para grandes aventuras, surfamos alguns hypes, remamos algumas derrotas, conquistamos algumas medalhas. Ficaram algumas lesões. Perdidos na árdua jornada do empreendedor brasileiro, um pouco cansados, agora queremos outro tipo encontro. Chegou a hora de assumir a maturidade de quem quer estar. E por mais que todos os estímulos do mercado vendam a ideia do crescer, o sentimento que nos rege é da leveza do perder. Decidimos perder para ganhar.
Agora desejamos investir na expansão do buffet do Moinhos para também acontecer no MontSerrat, no jardim de Floripa, na área externa da nossa fábrica, na relação mais próxima com a equipe, na qualidade da nossa vida profissional e pessoal, no equilíbrio financeiro que nunca tivemos.
Quem nos acompanha de perto entende decisões pesadas como essa tem nos deixado mais leves. Queremos carregar menos cargas, voltar a sorrir pelo recomeço de algo que fez nosso olho brilhar quando começamos em 2014.
Por ora fica nosso muito obrigado ao Paseo e obrigado aos clientes da Zona Sul. Não vamos prometer que voltaremos em breve, mas podemos garantir que estaremos aqui onde tudo começou: dentro [do coração].
Com amor,
Charlie
Durante todo esse tempo a sensação é que a juventude da marca nos levou para grandes aventuras, surfamos alguns hypes, remamos algumas derrotas, conquistamos algumas medalhas. Ficaram algumas lesões. Perdidos na árdua jornada do empreendedor brasileiro, um pouco cansados, agora queremos outro tipo encontro. Chegou a hora de assumir a maturidade de quem quer estar. E por mais que todos os estímulos do mercado vendam a ideia do crescer, o sentimento que nos rege é da leveza do perder. Decidimos perder para ganhar.
Agora desejamos investir na expansão do buffet do Moinhos para também acontecer no MontSerrat, no jardim de Floripa, na área externa da nossa fábrica, na relação mais próxima com a equipe, na qualidade da nossa vida profissional e pessoal, no equilíbrio financeiro que nunca tivemos.
Quem nos acompanha de perto entende decisões pesadas como essa tem nos deixado mais leves. Queremos carregar menos cargas, voltar a sorrir pelo recomeço de algo que fez nosso olho brilhar quando começamos em 2014.
Por ora fica nosso muito obrigado ao Paseo e obrigado aos clientes da Zona Sul. Não vamos prometer que voltaremos em breve, mas podemos garantir que estaremos aqui onde tudo começou: dentro [do coração].
Com amor,
Charlie

