Em um mundo saturado de opções e informações, os empreendedores enfrentam o desafio de se destacarem e tornarem suas marcas relevantes entre tantas outras. Lucas Dalfrancis, CEO da Notório, agência de marketing especializada em estratégia e reputação, destaca que o ponto de partida para qualquer negócio é um posicionamento claro e estratégico.
Em um cenário onde tudo comunica, desde o layout da loja até a forma como os clientes são atendidos, segundo Lucas, o sucesso de uma marca é definido pela sua capacidade de traduzir valores em ações e experiências. “Antes de pensar em preço ou táticas publicitárias, é essencial responder: qual é o verdadeiro valor da minha marca e quem é o meu público?” destaca Lucas.
Para além do posicionamento, Lucas afirma que a construção de uma reputação sólida é indispensável. De acordo com ele, em um mercado saturado, confiança é o ativo mais valioso e intransferível que uma marca pode conquistar. O empresário cita uma uma tríade reputacional que deve ser avaliada: quem você diz que é, quem você realmente é e o que as pessoas dizem sobre você. “Esses três elementos precisam ser alinhados. A confiança nasce da coerência entre discurso e prática, e crises de imagem geralmente surgem quando há uma desconexão entre o que se promete e o que se entrega”, pontua.
Em um cenário onde tudo comunica, desde o layout da loja até a forma como os clientes são atendidos, segundo Lucas, o sucesso de uma marca é definido pela sua capacidade de traduzir valores em ações e experiências. “Antes de pensar em preço ou táticas publicitárias, é essencial responder: qual é o verdadeiro valor da minha marca e quem é o meu público?” destaca Lucas.
Para além do posicionamento, Lucas afirma que a construção de uma reputação sólida é indispensável. De acordo com ele, em um mercado saturado, confiança é o ativo mais valioso e intransferível que uma marca pode conquistar. O empresário cita uma uma tríade reputacional que deve ser avaliada: quem você diz que é, quem você realmente é e o que as pessoas dizem sobre você. “Esses três elementos precisam ser alinhados. A confiança nasce da coerência entre discurso e prática, e crises de imagem geralmente surgem quando há uma desconexão entre o que se promete e o que se entrega”, pontua.
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Lucas cita um exemplo recente em que uma marca de garrafas térmicas que promove segurança enfrentou críticas após acidentes com seus produtos. “A quebra de confiança pode ser devastadora para uma marca, especialmente em tempos de hiperconexão”, afirma.
Para medir a reputação de uma marca, as ferramentas tradicionais, como pesquisas de opinião pública, continuam relevantes. No entanto, métricas digitais ganharam protagonismo. Comentários, avaliações online, engajamento nas redes sociais e análises de sentimento são indicadores poderosos de como o público percebe a marca. De acordo com o CEO, em 2025, entender essas métricas será essencial para ajustar estratégias e atender às expectativas dos consumidores.
A imagem dos líderes empresariais também é um ponto crucial. Para pequenos e médios negócios, os fundadores frequentemente se tornam a personificação da marca. Lucas ressalta que a falta de conexão entre a essência do empreendedor e a proposta da empresa é percebida pelo público e pode prejudicar a reputação.
Lucas assegura que o que realmente conecta as marcas ao público é a emoção. “Negócios não vendem apenas produtos ou serviços. Vendem sentimentos, valores e histórias. Em 2025, o sucesso no mercado não será medido apenas por vendas, mas pela capacidade de criar conexões significativas, de inspirar confiança e de construir comunidades engajadas. O futuro pertence às marcas que conseguem aliar estratégia, verdade e emoção em tudo o que fazem”, declara.
Lucas cita um exemplo recente em que uma marca de garrafas térmicas que promove segurança enfrentou críticas após acidentes com seus produtos. “A quebra de confiança pode ser devastadora para uma marca, especialmente em tempos de hiperconexão”, afirma.
Para medir a reputação de uma marca, as ferramentas tradicionais, como pesquisas de opinião pública, continuam relevantes. No entanto, métricas digitais ganharam protagonismo. Comentários, avaliações online, engajamento nas redes sociais e análises de sentimento são indicadores poderosos de como o público percebe a marca. De acordo com o CEO, em 2025, entender essas métricas será essencial para ajustar estratégias e atender às expectativas dos consumidores.
A imagem dos líderes empresariais também é um ponto crucial. Para pequenos e médios negócios, os fundadores frequentemente se tornam a personificação da marca. Lucas ressalta que a falta de conexão entre a essência do empreendedor e a proposta da empresa é percebida pelo público e pode prejudicar a reputação.
Lucas assegura que o que realmente conecta as marcas ao público é a emoção. “Negócios não vendem apenas produtos ou serviços. Vendem sentimentos, valores e histórias. Em 2025, o sucesso no mercado não será medido apenas por vendas, mas pela capacidade de criar conexões significativas, de inspirar confiança e de construir comunidades engajadas. O futuro pertence às marcas que conseguem aliar estratégia, verdade e emoção em tudo o que fazem”, declara.

