Giovanna Sommariva

Empreendedores acreditam que o bom relacionamento com o cliente é a chave para um negócio duradouro

Restaurante Santa Helena é ponto tradicional da região há quase 50 anos

Giovanna Sommariva

Empreendedores acreditam que o bom relacionamento com o cliente é a chave para um negócio duradouro

Seguindo os mesmos propósitos que seu pai estabeleceu para o negócio em 1974, Clarisse Locatelli Smith comanda, ao lado do marido Simon, o empreendimento que faz parte da família há 48 anos. O Restaurante Santa Helena, ponto tradicional do bairro Santana, ocupa o número 394 da rua Jacinto Gomes. Foi Claudino Locatelli que, durante a década de 1970, iniciou o negócio que viria a ser legado da família.
Seguindo os mesmos propósitos que seu pai estabeleceu para o negócio em 1974, Clarisse Locatelli Smith comanda, ao lado do marido Simon, o empreendimento que faz parte da família há 48 anos. O Restaurante Santa Helena, ponto tradicional do bairro Santana, ocupa o número 394 da rua Jacinto Gomes. Foi Claudino Locatelli que, durante a década de 1970, iniciou o negócio que viria a ser legado da família.
 
"Ele começou tudo, foi o pioneiro nos restaurantes da família. Tinha cerca de doze churrascarias na época, e, em 1991, pegamos esse ponto. Mesmo tendo mudado algumas coisas, como o cardápio, que antes era só churrascaria, o lugar continua nos mesmos moldes, sendo um restaurante familiar", garante Clarisse, que, além de trabalhar ao lado do marido, também conta com a ajuda da filha Caroline. "Ela é psicóloga, mas, quando não está atendendo, está aqui nos ajudando, e pretendemos seguir assim até quando der, porque temos o apoio dos clientes, que gostam e continuam voltando", declara.
LUIZA PRADO/JC
Com muito orgulho da trajetória trilhada pela família, Clarisse é só sorrisos ao falar sobre a relação que construiu com a clientela e, consequentemente, com o bairro. "Temos muitos clientes antigos, fiéis mesmo, que vinham quando meu pai abriu e hoje trazem os filhos e netos. Se saímos na rua, o pessoal pergunta o que vai ter de comida hoje, é um bairro maravilhoso para trabalhar e viver, porque é tudo perto", afirma a empreendedora, que também é moradora do Santana desde pequena. "É como uma cidadezinha pequena, tem festinha da rua, alguém se monta de Papai Noel no Natal para as crianças, e tu sempre ficas sabendo das fofocas", brinca Simon.
Por já operarem com sistema de tele-entrega antes da pandemia, o casal conta que os prejuízos não foram tantos. "Não fechamos nenhuma vez. Estávamos estruturados para isso e acabamos nos dando bem", explica, admitindo que o faturamento baixou bastante, mas foi o suficiente para manter as portas abertas sem demitir nenhum funcionário.
A dupla ressalta que foram muitos os desafios enfrentados ao longo dos anos, mas que a dedicação, aliada à qualidade que buscam oferecer no negócio, foi o que os manteve firmes. "Não adianta elevar o preço do produto e baixar a qualidade, se tu fores cobrar mais, tens que oferecer algo bom. Também não pode relaxar, mesmo que o tempo passe, tem que buscar se aprimorar, e ter um bom relacionamento com o teu público", cita Simon. O local opera de segunda a sexta, das 11h às 14h, aos sábados, das 11h às 14h30min e aos domingos, das 11h às 15h.
 
LUIZA PRADO/JC
Giovanna Sommariva

Giovanna Sommariva - repórter do GeraçãoE

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