Transformar um País de clima tropical em uma potência agrícola só foi possível com muita pesquisa e desenvolvimento de soluções aos muitos desafios para, por exemplo, conter pragas e preservar lavouras. Foi assim que o Brasil deixou no passado seu histórico de importador de alimentos para se tornar um dos maiores exportadores mundiais de grãos e de carnes, destaca o presidente da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), Gedeão Pereira.“Somos uma potência agrícola e o único setor da economia em que o Brasil é reconhecido mundialmente. Agro esse que se fortaleceu pela ciência e pela pesquisa,levando para todo esse imenso território pelo povo gaúcho. Assim se fez do Brasil a única nação onde a agricultura tropical é extremamente desenvolvida e produtiva”, avalia Pereira.É a ciência, reforça o presidente da Farsul,que ajudará o Estado a enfrentar as mudanças climáticas e antever com maior precisão grandes intempéries.“Por questões climáticas, o Rio Grande do Sul perdeu cerca de 50 milhões de toneladas de grãos em cinco anos”, afirma o agropecuarista.
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Transformar um País de clima tropical em uma potência agrícola só foi possível com muita pesquisa e desenvolvimento de soluções aos muitos desafios para, por exemplo, conter pragas e preservar lavouras.
Foi assim que o Brasil deixou no passado seu histórico de importador de alimentos para se tornar um dos maiores exportadores mundiais de grãos e de carnes, destaca o presidente da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), Gedeão Pereira.
“Somos uma potência agrícola e o único setor da economia em que o Brasil é reconhecido mundialmente. Agro esse que se fortaleceu pela ciência e pela pesquisa,levando para todo esse imenso território pelo povo gaúcho. Assim se fez do Brasil a única nação onde a agricultura tropical é extremamente desenvolvida e produtiva”, avalia Pereira.
É a ciência, reforça o presidente da Farsul,que ajudará o Estado a enfrentar as mudanças climáticas e antever com maior precisão grandes intempéries.
“Por questões climáticas, o Rio Grande do Sul perdeu cerca de 50 milhões de toneladas de grãos em cinco anos”, afirma o agropecuarista.