Cumprindo agenda nesta quinta-feira (31) na Expointer, o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro (PSD), falou sobre a possibilidade de instalação de um programa para estruturação de dívidas de produtores agrícolas que foram impactados pelos três períodos de estiagem sofridos no Rio Grande do Sul nos últimos quatro anos.
Fávaro e o ministro-chefe da Comunicação, Paulo Pimenta (PT), concederam entrevista coletiva logo ao chegarem no Parque Assis Brasil. O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD) estava confirmado para comparecer na feira, mas acabou desmarcando.
Carlos Fávaro disse que o governo federal pretende trazer capital de giro para os trabalhadores de lavouras atingidas pelas secas que atingiram o Estado. “Um programa específico para as cooperativas para que elas possam, então, manter e trazer a normalidade à vida deste produtor”, afirmou o titular da Agricultura. Fávaro comunicou que está em contato Banco do Brasil e Ministério da Fazenda para analisar a viabilidade desta iniciativa.
Segundo o ministro, esta proposta deve ser acompanhada de um programa para os produtores investirem na qualidade do solo, evitando, assim, maiores prejuízos no caso de eventuais períodos de estiagem no futuro. “Programa de estruturação das dívidas será acompanhado - nós vamos debater isso com a Farsul e com as cooperativas – de um programa para que os produtores possam também investir no seu solo, que possam investir em calcário, fertilizantes, cobertura vegetal para melhorar o perfil de soja e minimizar os impactos das secas que possam voltar a acontecer”, constatou Fávaro.
O titular da Agricultura também abordou uma das pautas mais debatidas durante a feira: a crise do setor lácteo. Para Fávaro, atualmente este é um dos problemas mais sensíveis a serem enfrentados no setor da agropecuária. Ele falou também em medidas para a taxação de produtos importados, a fim de desenvolver a indústria do leite brasileira.
“Medidas emergenciais já foram tomadas. Primeiro começamos com a taxação de importação de proteínas de leite, de subprodutos”, disse Fávaro. “Na sequência, também, a taxação de queijos importados. Isso tudo talvez possa não ser uma medida tão resolutiva, porque o grande problema é a entrada de leite do Uruguai e da Argentina, mas dificultar a entrada de produtos lácteos de outro país também gera um potencial para a nossa indústria”, completou o ministro.
Fávaro e o ministro-chefe da Comunicação, Paulo Pimenta (PT), concederam entrevista coletiva logo ao chegarem no Parque Assis Brasil. O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD) estava confirmado para comparecer na feira, mas acabou desmarcando.
Carlos Fávaro disse que o governo federal pretende trazer capital de giro para os trabalhadores de lavouras atingidas pelas secas que atingiram o Estado. “Um programa específico para as cooperativas para que elas possam, então, manter e trazer a normalidade à vida deste produtor”, afirmou o titular da Agricultura. Fávaro comunicou que está em contato Banco do Brasil e Ministério da Fazenda para analisar a viabilidade desta iniciativa.
Segundo o ministro, esta proposta deve ser acompanhada de um programa para os produtores investirem na qualidade do solo, evitando, assim, maiores prejuízos no caso de eventuais períodos de estiagem no futuro. “Programa de estruturação das dívidas será acompanhado - nós vamos debater isso com a Farsul e com as cooperativas – de um programa para que os produtores possam também investir no seu solo, que possam investir em calcário, fertilizantes, cobertura vegetal para melhorar o perfil de soja e minimizar os impactos das secas que possam voltar a acontecer”, constatou Fávaro.
O titular da Agricultura também abordou uma das pautas mais debatidas durante a feira: a crise do setor lácteo. Para Fávaro, atualmente este é um dos problemas mais sensíveis a serem enfrentados no setor da agropecuária. Ele falou também em medidas para a taxação de produtos importados, a fim de desenvolver a indústria do leite brasileira.
“Medidas emergenciais já foram tomadas. Primeiro começamos com a taxação de importação de proteínas de leite, de subprodutos”, disse Fávaro. “Na sequência, também, a taxação de queijos importados. Isso tudo talvez possa não ser uma medida tão resolutiva, porque o grande problema é a entrada de leite do Uruguai e da Argentina, mas dificultar a entrada de produtos lácteos de outro país também gera um potencial para a nossa indústria”, completou o ministro.
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No âmbito da pesquisa das atividades do campo, Fávaro reiterou o interesse do governo em investir meio bilhão de reais no orçamento da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). “Estamos trabalhando para ter R$ 500 milhões para pesquisa, para melhorar a infraestrutura”, disse o ministro. Ele revela que esta é uma das prioridades do presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT) para o setor.
Também estava presente na coletiva o ministro-chefe da Comunicação Social, Paulo Pimenta (PT). De acordo com ele, o presidente Lula não compareceu à 46ª edição da Expointer pois cumpre agenda, entre esta quinta e sexta-feira (1º), em três estados do Nordeste. Para Pimenta, no entanto, o governo federal “está muito bem representado” pelo ministro da Agricultura, Carlos Fávaro.
Um dos assuntos mais abordados por Pimenta foi lançamento do novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), e as obras previstas para ocorrerem no Rio Grande do Sul. O ministro destacou trabalhos a serem realizados em cinco pontes. “Já temos a ordem de início da nova ponte ligando Jaguarão-Rio Branco, compromisso do presidente Lula com o presidente do Uruguai para a revitalização da ponte de Uruguaiana, há o investimento da BR-472 na ponte do Ibicuí, a ponte do Porto Xavier na BR-153, e vamos - já estamos em fase de execução do projeto – construir uma ponte que liga a Barra do Guarita e Itapiranga, em Santa Catarina”, disse Pimenta.
Além disso, o ministro foi questionado sobre as investigações que miram o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no caso das joias sauditas. Segundo Pimenta, este tema não é dA competência do governo federal. “Nós entendemos que este é um assunto que diz respeito ao Poder Judiciário, à Polícia Federal, que devem conduzir as investigações. Achamos que todas as denúncias devem ser apuradas, todas as pessoas devem ter amplo direito de defesa para que possam apresentar, através dos seus advogados, a sua linha de defesa”, disse o ministro.