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Publicada em 27 de Maio de 2026 às 18:50

'O que fica é a resiliência', diz vice-presidente do Inter

Apesar dos danos, marca mais duradoura deixada foi a força para a reconstrução

Apesar dos danos, marca mais duradoura deixada foi a força para a reconstrução

TÂNIA MEINERZ/JC
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Mateus Rocha
Mateus Rocha
A maior enchente da história do Rio Grande do Sul, em 2024, deixou marcas profundas na vida dos gaúchos. Mas o trauma também trouxe um sentimento de solidariedade profundo que uniu a população de todo o Estado em um objetivo comum. A palavra resiliência passou a ter um significado muito mais profundo para os gaúchos do que tinha há dois anos. O CT Parque Gigante, do Inter, foi um dos espaços que sofreu danos significativos com a tragédia. Localizado às margens do Lago Guaíba, em Porto Alegre, toda a estrutura de treinamento ficou embaixo d'água. Os campos auxiliares, a academia, a sede administrativa, além de piscinas e quiosques destinados aos sócios foram destruídos ou seriamente comprometidos imediatamente com a tragédia.

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