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Publicada em 04 de Outubro de 2024 às 00:10

Um produto com identidade

Marchioro defende que o 
setor não copie vinhos de fora

Marchioro defende que o setor não copie vinhos de fora

Arquivo Pessoal/Divulgação/JC
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Roberto Hunoff
Roberto Hunoff Jornalista
Hélio Marchioro defende que o setor não copie vinhos de fora e busque a identidade do terroir brasileiro, mais tropical. "Perdemos a identidade quando buscamos seguir tendências do exterior. O futuro do setor está em produtos de qualidade com identidade", reforça. Na avaliação do executivo, a maioria dos brasileiros ainda consume vinhos importados por desconhecer o produto nacional. "Este é um desafio para o setor, tornar-se mais conhecido internamente, além de buscar espaços no exterior", define.
Hélio Marchioro defende que o setor não copie vinhos de fora e busque a identidade do terroir brasileiro, mais tropical. "Perdemos a identidade quando buscamos seguir tendências do exterior. O futuro do setor está em produtos de qualidade com identidade", reforça. Na avaliação do executivo, a maioria dos brasileiros ainda consume vinhos importados por desconhecer o produto nacional. "Este é um desafio para o setor, tornar-se mais conhecido internamente, além de buscar espaços no exterior", define.
Como ferramentas para esta conquista de mercado, Marchioro defende inovações não apenas no conteúdo das bebidas, mas também nos modelos e cores das garrafas, rótulos mais adequados ao tropicalismo brasileiro, descobrir o mercado turístico e quebrar o paradigma de que brasileiro não consome vinho no verão. "Mais da metade do território tem mar. Isto abre um potencial de mercado enorme para vinhos brancos e espumantes", indica.

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