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Publicada em 13 de Agosto de 2026 às 14:45

A arte que escolhe o asfalto: memórias e vivências do circo de rua em Porto Alegre

Artistas como Laura Fernandes mantêm viva a experiência coletiva do circo de rua em Porto Alegre

Artistas como Laura Fernandes mantêm viva a experiência coletiva do circo de rua em Porto Alegre

RAPHA SEABRA/DIVULGAÇÃO/JC
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Gabrieli Silva
Gabrieli Silva Repórter
Quem caminhava pelo Parque da Redenção nos finais de semana entre 2005 e 2018 inevitavelmente tropeçava em um acontecimento. Sob a sombra das árvores, em meio ao areião, uma estrutura cênica se erguia logo cedo: paletes de madeira cortados serviam de arquibancada, um pano de fundo delimitava o picadeiro improvisado e caixas de som transformavam o Brique da Redenção — local histórico e coração da cultura popular de Porto Alegre — no mais democrático dos teatros a céu aberto. Ali, a fusão entre circo, teatro, música e a palhaçaria clássica — o chamado clown music — viveu seu auge entre 2011 e 2018, consagrando personagens que se tornaram patrimônio afetivo da cidade.

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