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Publicada em 25 de Maio de 2026 às 00:15

Plenobras se consolida como parceira estratégica da indústria gaúcha em ciclo de modernização

Empresa integra automação, digitalização e gestão de suprimentos para atender nova demanda das indústrias por produtividade e previsibilidade operacional

Empresa integra automação, digitalização e gestão de suprimentos para atender nova demanda das indústrias por produtividade e previsibilidade operacional

/PLENOBRAS/ DIVULGAÇÃO/ JC
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Produzir apenas com qualidade já não basta para a indústria gaúcha. Em um cenário de concorrência global, pressão por custos e avanço acelerado da automação, produtividade e capacidade de resposta passaram a definir quem permanece competitivo no mercado.
A transformação vem alterando não apenas os processos produtivos, mas também a relação entre as indústrias e seus fornecedores estratégicos. Com operações mais enxutas, estoques reduzidos e necessidade crescente de previsibilidade, empresas passaram a buscar parceiros capazes de integrar tecnologia, logística, consultoria técnica e agilidade operacional.
Nesse contexto, a Plenobras, distribuidora com sede em Porto Alegre e mais de 30 anos de atuação, consolidou um modelo que reúne automação industrial, materiais elétricos, hidráulicos, MRO e soluções digitais em uma única operação. A empresa atua hoje como elo entre fabricantes globais e o parque industrial gaúcho, oferecendo desde suporte técnico especializado até plataformas integradas de compras e gestão de suprimentos.
“Hoje a indústria gaúcha compete com o mundo e não consegue disputar com o custo de mão de obra de outros países. O caminho passa por eficiência, produtividade e digitalização”, afirma Leonardo Salles, diretor comercial da Plenobras. Segundo ele, muitas indústrias aceleraram projetos de modernização nos últimos anos, impulsionando a busca por conectividade industrial, controle de energia e soluções técnicas especializadas, área em que a empresa atua como parceira estratégica e consultiva.
A Plenobras mantém um processo contínuo de atualização tecnológica e busca constante pelas melhores soluções disponíveis no mercado, trabalhando com as principais marcas globais de componentes elétricos industriais. Para sustentar essa atuação, a empresa também estruturou um time técnico especializado voltado ao atendimento de diferentes segmentos industriais. “Automação não é um pacote pronto. Cada operação tem necessidades específicas. Nosso papel é entender o processo do cliente e propor a solução mais adequada”, acrescenta Leonardo.
Além da modernização das plantas, a companhia passou a atuar também na integração da cadeia de suprimentos. Por meio de contratos estruturados e do Portal B2B, clientes conseguem automatizar pedidos, rastrear consumo e integrar compras ao ERP da operação, reduzindo falhas e aumentando a previsibilidade.
Para Ivan Medeiros, gerente de vendas da Plenobras, os desafios da indústria hoje envolvem informação, agilidade e capacidade de diagnóstico operacional. “Muitas empresas ainda não conseguem identificar exatamente onde perdem produtividade, energia ou eficiência”, afirma. Segundo ele, a redução dos estoques e dos times de compras ampliou a demanda por fornecedores com resposta rápida e suporte técnico especializado. “Hoje funcionamos quase como uma extensão do almoxarifado dessas indústrias. Com nossa frota própria conseguimos entregar em até 24 horas em todo o Rio Grande do Sul”, destaca.
A digitalização dos processos industriais também vem alterando o perfil do atendimento comercial. “O comprador de hoje quer as mesmas soluções digitais que encontra em plataformas do varejo on-line. Por isso investimos em sistemas intuitivos e integração entre plataformas”, observa Leonardo.
Com crescimento acima de 30% ao ano e novos investimentos realizados, a Plenobras acompanha um movimento que deve se intensificar até o fim da década: a digitalização deixando de ser diferencial competitivo para se tornar condição operacional. “Quem não digitalizar sua operação nos próximos anos vai competir em desvantagem. A automação deixou de ser diferencial. Virou condição operacional”, conclui Ivan.

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