A mobilidade urbana é hoje um dos temas centrais no debate sobre sustentabilidade e qualidade de vida nas cidades. Nesse cenário, a Marcopolo se consolida como protagonista global, utilizando a engenharia brasileira para transformar o transporte coletivo por meio de soluções multienergia, inovação tecnológica e compromisso ESG. A companhia demonstra que é possível conciliar eficiência operacional, redução de emissões e conforto para o passageiro, gerando impactos positivos tanto na vida das pessoas quanto no desenvolvimento econômico.
Para Ricardo Portolan, diretor de Operações Comerciais Mercado Interno e Marketing da Marcopolo, “a indústria de ônibus tem a responsabilidade de transformar metas públicas em serviços cotidianos de qualidade. Veículos silenciosos, confortáveis e energeticamente eficientes, aliados a engenharia de rotas e conectividade, tornam o transporte coletivo mais produtivo, sustentável e atraente para a população.” Experiências recentes em cidades brasileiras que adotaram linhas totalmente elétricas mostraram aumento de embarques e redução de ruído, reforçando que tecnologia bem aplicada melhora efetivamente a vida urbana.
A Marcopolo adotou uma estratégia multienergia, combinando elétricos a bateria, híbridos, veículos a gás e biometano, além de projetos com hidrogênio em desenvolvimento. Essa abordagem permite que a descarbonização do transporte ocorra conforme a infraestrutura e o estágio de transição energética de cada cidade. No Brasil, por exemplo, o uso de biometano em ônibus rodoviários pode reduzir até 90% das emissões de CO₂, oferecendo alternativa prática enquanto a eletrificação plena se expande gradualmente.
“O modelo Attivi Integral representa um avanço significativo da engenharia brasileira. É uma plataforma totalmente elétrica, com autonomia compatível com jornadas urbanas, recarga em cerca de quatro horas, baixo ruído e conforto térmico para os passageiros. Além disso, conta com ecossistema de pós-venda, manutenção de baterias e suporte técnico, garantindo disponibilidade e previsibilidade de custos para operadoras e municípios”, afirma Portolan.
A tecnologia embarcada tem transformado a operação das frotas e a experiência do usuário. Sistemas de telemetria, diagnósticos remotos e análise de dados aumentam a disponibilidade dos veículos e reduzem o consumo energético. A climatização eficiente, a acessibilidade aprimorada e a priorização viária elevam a satisfação dos passageiros, tornando o transporte coletivo mais confiável e competitivo.
A presença internacional da Marcopolo reforça sua liderança global. Em 2025, a empresa registrou receita líquida de R$ 9,06 bilhões e lucro de R$ 1,23 bilhão, com os negócios externos representando 45,4% da receita, um aumento significativo em relação aos 36,3% de 2024. As exportações cresceram 31,1%, e as operações no exterior avançaram 32,3%, consolidando a marca em mercados da América Latina, Europa, Austrália, Oriente Médio e África.
Segundo Portolan, “a competitividade dos produtos brasileiros se baseia na qualidade consistente, na robustez das soluções para condições reais, na customização industrializada e no design voltado à manutenção. Isso preserva o valor residual e reduz o custo total de operação, atributos reconhecidos globalmente.”
O compromisso ESG é transversal à atuação da Marcopolo. No eixo ambiental, a expansão de elétricos, híbridos, veículos a gás/biometano e hidrogênio avança com produção local, reduzindo emissões e promovendo eficiência energética. No social, iniciativas de longo prazo promovidas pela Fundação Marcopolo em educação, cultura, esporte e cidadania fortalecem vínculos com as comunidades. Na governança, processos estruturados e compliance rigoroso aumentam a transparência, mitigam riscos e asseguram sustentabilidade de longo prazo para cidades, operadores e investidores.
A cadeia produtiva do transporte coletivo é também multiplicadora de empregos e desenvolvimento industrial. Cada ônibus envolve centenas de fornecedores, desde metalmecânica a eletrônica, climatização e bancos, fomentando inovação e preservando postos de trabalho qualificados. Programas de renovação de frota e políticas públicas contribuem para manter o ritmo de produção e fortalecer economias regionais.
Portolan destaca as tendências que devem redefinir a mobilidade coletiva global: “a transição energética será plural, com elétricos, híbridos, gás/biometano e hidrogênio coexistindo conforme infraestrutura e matriz local. A digitalização completa, com uso de dados e inteligência artificial, otimiza manutenção, consumo de energia e planejamento de rede. Novos modelos de negócio que separam veículos, energia e serviços trazem previsibilidade para operadores e municípios. A Marcopolo busca liderar esse ciclo com engenharia brasileira, presença internacional e resultados concretos para o usuário e a gestão pública.”
Com inovação, sustentabilidade e atuação global, a Marcopolo consolida o protagonismo brasileiro na transformação do transporte coletivo, oferecendo soluções que reduzem impactos ambientais, aumentam eficiência urbana e elevam a qualidade de vida em cidades de todo o mundo.
Mobilidade: Marcopolo lidera transição para transporte sustentável
MARCOPOLO/ DIVULGAÇÃO/ JC