Em um cenário econômico que exige planejamento e decisões cada vez mais conscientes, o Mês do Consumidor pode ganhar um novo significado: o de investir em formação e ampliar perspectivas profissionais. Em vez de priorizar apenas aquisições imediatas, parte dos consumidores tem direcionado a atenção para escolhas que geram retorno de longo prazo, como a educação superior.
“Investir em educação é uma das decisões mais estratégicas que uma pessoa pode tomar ao longo da vida”, afirma Gisele Possebon, diretora da Unifael em Porto Alegre. Segundo ela, a qualificação profissional se tornou um diferencial determinante para ampliar oportunidades e construir trajetórias mais estáveis no mercado de trabalho.
A formação superior, observa a diretora, vai além da obtenção de um diploma. O processo acadêmico contribui para o desenvolvimento de competências técnicas, pensamento crítico e capacidade de adaptação, habilidades cada vez mais valorizadas em um ambiente profissional marcado por transformações tecnológicas e novas demandas organizacionais.
Nos últimos anos, a instituição também percebeu um crescimento na procura por graduação entre profissionais que já estão inseridos no mercado e buscam reposicionamento. A decisão de voltar a estudar surge, muitas vezes, como estratégia para ampliar possibilidades de carreira, conquistar melhores posições e aumentar a renda.
Na prática, profissionais com formação superior costumam acessar um número maior de oportunidades e ocupar, com mais frequência, posições estratégicas nas empresas. A qualificação também influencia diretamente as possibilidades de promoção e crescimento dentro das organizações, já que o preparo técnico e analítico passa a ser um dos critérios considerados na atribuição de novas responsabilidades.
Ao mesmo tempo, cresce o debate sobre cursos de curta duração e promessas de retorno rápido. Para Gisele, essas formações podem contribuir como complemento, mas dificilmente substituem a base estruturante de uma graduação. “Sem fundamentos acadêmicos sólidos, o profissional pode enfrentar dificuldades para acompanhar mudanças do mercado ou assumir funções que exigem análise mais aprofundada e tomada de decisão”, explica.
A escolha da graduação, acrescenta, deve considerar fatores como afinidade pessoal, demanda do mercado e vocação econômica da região. Instituições que acompanham essas transformações conseguem estruturar cursos alinhados às necessidades reais das empresas e ampliar as chances de inserção profissional dos estudantes.
Nesse contexto, iniciativas voltadas à ampliação do acesso ao ensino superior também ganham relevância. Por meio do Programa Ser Solidário, a Unifael oferece condições facilitadas de ingresso, com o objetivo de reduzir barreiras financeiras e estimular o início da formação acadêmica.
“A proposta é permitir que mais pessoas tenham a oportunidade de transformar suas trajetórias por meio da educação”, afirma a diretora. Segundo ela, políticas de acesso como essa contribuem para a mobilidade social ao ampliar a presença de profissionais qualificados no mercado de trabalho.
Em um ambiente profissional cada vez mais dinâmico, o aprendizado contínuo deixou de ser um diferencial para se tornar requisito básico. Nesse percurso, a graduação representa o primeiro passo de uma jornada de formação permanente, capaz de sustentar o desenvolvimento profissional ao longo do tempo.
Contato da unidade Unifael Porto Alegre: (51) 98955-0154