O último livro escrito por Carlos Urbim e não lançado em vida ganhará o seu espaço nas estantes dos gaúchos a partir deste final de semana. Maria Fumaça (Editora AGE, 58 páginas, R$34,32) terá homenagem com contação de histórias de Bárbara Catarina e Carmen Lima no Espaço Jovem Banrisul neste domingo (10) na Praça da Alfândega, das 16h30min às 18h30min. O livro poderá ser adquirido na banca 37 da Feira.
Alice Urbim, viúva do Carlos Urbim, conta na apresentação da obra que “a grande viagem de trem é a que o Urbim fez quando saiu de sua terra natal decidido a não voltar mais. Aos 18 anos, pegou essa Maria Fumaça, de Livramento a Porto Alegre, para prestar vestibular da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), ingressando na faculdade de jornalismo”. Ela ainda conta que o jornalista e escritor começou a escrever com a necessidade de contar histórias aos filhos, Emiliano e Glauco, na hora de dormir.
Maria Fumaça conta “aquela primeira vez na vida em que o menino Marino viaja na fantástica Maria Fumaça, acompanhando sua mãe e sua tia de Santana do Livramento a Porto Alegre. Todo o trajeto é um deslumbramento: ele passa pelo susto de ver um homem algemado, pela alegria da amizade e pela doçura de ser cuidado com amor”, como contam Christina Dias e Cíntia Moscovich na orelha da publicação.
A ideia de escrever o livro surgiu de conversas com a mãe de Alice, Carmen Julia, que amava contar sobre suas incríveis viagens de trem, das quais Carlos amava escutar. A obra foi criada em 2014, um ano antes de sua morte. Em 2025, completam-se 10 anos de saudade do escritor.
Alice Urbim, viúva do Carlos Urbim, conta na apresentação da obra que “a grande viagem de trem é a que o Urbim fez quando saiu de sua terra natal decidido a não voltar mais. Aos 18 anos, pegou essa Maria Fumaça, de Livramento a Porto Alegre, para prestar vestibular da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), ingressando na faculdade de jornalismo”. Ela ainda conta que o jornalista e escritor começou a escrever com a necessidade de contar histórias aos filhos, Emiliano e Glauco, na hora de dormir.
Maria Fumaça conta “aquela primeira vez na vida em que o menino Marino viaja na fantástica Maria Fumaça, acompanhando sua mãe e sua tia de Santana do Livramento a Porto Alegre. Todo o trajeto é um deslumbramento: ele passa pelo susto de ver um homem algemado, pela alegria da amizade e pela doçura de ser cuidado com amor”, como contam Christina Dias e Cíntia Moscovich na orelha da publicação.
A ideia de escrever o livro surgiu de conversas com a mãe de Alice, Carmen Julia, que amava contar sobre suas incríveis viagens de trem, das quais Carlos amava escutar. A obra foi criada em 2014, um ano antes de sua morte. Em 2025, completam-se 10 anos de saudade do escritor.