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Coronavirus

- Publicada em 18 de Maio de 2020 às 21:07

Mortes no RS crescem 43,8% na primeira semana com distanciamento controlado

Em sete dias, número de óbitos no Estado passou de 105 para 151

Em sete dias, número de óbitos no Estado passou de 105 para 151


MARCO QUINTANA/JC
Juliano Tatsch
A semana passada foi a primeira com o novo modelo de distanciamento controlado instituído pelo governo do Estado no Rio Grande do Sul. A estratégia divide o território gaúcho em 20 regiões e define o modo como cada uma delas irá se comportar diante da pandemia do novo coronavírus com base em critérios como disponibilidade de leitos, número de casos e de mortes, entre outros. Pois, na primeira semana de funcionamento da proposta do Piratini, o Rio Grande do Sul teve um aumento de 43,8% no número de óbitos causados pela Covid-19.
A semana passada foi a primeira com o novo modelo de distanciamento controlado instituído pelo governo do Estado no Rio Grande do Sul. A estratégia divide o território gaúcho em 20 regiões e define o modo como cada uma delas irá se comportar diante da pandemia do novo coronavírus com base em critérios como disponibilidade de leitos, número de casos e de mortes, entre outros. Pois, na primeira semana de funcionamento da proposta do Piratini, o Rio Grande do Sul teve um aumento de 43,8% no número de óbitos causados pela Covid-19.
No dia 11 de maio, quando teve início o protocolo por bandeiras, havia 2.808 casos confirmados da doença no Estado e o número de vítimas fatais era 105. Nesta segunda-feira, passada uma semana, o total de casos chegou a 3.750 - um aumento de 33,5%. Já os óbitos chegaram a 151.
O avanço se dá, principalmente, no interior do Estado, com destaque para a região Noroeste e, mais especificamente, o município de Passo Fundo. No dia 11, a cidade tinha 18 mortes causadas pela doença. Nesta segunda-feira, dia 18, o número chegou a 24 - um crescimento de 33,3% em sete dias. Estudo realizado pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel) alerta para o avanço mais rápido da pandemia no interior, onde existem menos estruturas de saúde.
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