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Publicada em 11 de Dezembro de 2025 às 00:20

Mercado aquecido marca 2025 da construção civil no Rio Grande do Sul

Da destruição causada pela enchente do Guaíba, em maio de 2024, veio a pujança de um setor essencial

Da destruição causada pela enchente do Guaíba, em maio de 2024, veio a pujança de um setor essencial

Freepik/JC
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Ana Esteves
Depois da tempestade, vem a bonança. O ditado que muito ouvíamos dos nossos antepassados cai como uma luva para caracterizar o atual cenário da construção civil em Porto Alegre. Da destruição causada pela enchente do Guaíba, em maio de 2024, veio a pujança de um setor essencial num momento em que o que mais se precisa é reconstruir. Esse cenário se deve a uma série de fatores como a retomada do ritmo de lançamentos, no primeiro semestre em relação ao mesmo período de 2024, o avanço das discussões do novo Plano Diretor da capital dos gaúchos e a relevância estrutural da construção civil, pois trata-se de uma atividade com grande capacidade de encadeamento econômico, capaz de gerar empregos de forma imediata e a longo prazo, impostos e movimentação financeira.

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