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Publicada em 25 de Outubro de 2026 às 16:06

Foco de Lula e Flávio nas eleições, MEI exigirá ajustes para afastar bomba para a Previdência

Congresso aprovou aumento do teto de faturamento do MEI, de R$ 81 mil para R$ 110 mil

Congresso aprovou aumento do teto de faturamento do MEI, de R$ 81 mil para R$ 110 mil

Freepik/Divulgação/JC
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Agências
Na mira dos candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), o MEI (Microempreendedor Individual) precisará de ajustes nas suas regras para desarmar a bomba fiscal que ronda as contas da Previdência Social e a precarização do mercado de trabalho via aumento da pejotização no País.
Ao longo da campanha eleitoral, o Congresso aprovou o aumento do teto de faturamento do MEI -de R$ 81 mil para R$ 110 mil em 2027, e para R$ 140 mil em 2028- e autorizou a contratação de até dois empregados por esse tipo de empresa (um a mais do que o previsto na lei atual). Houve apoio das bancadas dos dois candidatos.
Na busca pelos votos dos empreendedores, Lula e Flávio fizeram acenos para esse grupo com medidas que podem aumentar os desequilíbrios do MEI, política criada há 18 anos que garante o direito a benefícios previdenciários, como aposentadoria por idade, incapacidade temporária (auxílio-doença) e salário-maternidade.

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