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Publicada em 01 de Setembro de 2026 às 08:42

Dívida a 82,5% do PIB acende sinal de alerta para correção de rota após as eleições, dizem economistas

Segundo dados do Banco Central, a relação dívida/PIB (Produto Interno Bruto) alcançou 82,5% em julho

Segundo dados do Banco Central, a relação dívida/PIB (Produto Interno Bruto) alcançou 82,5% em julho

Rafa Neddermeyer/Agência Brasil/JC
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Agências
Segundo dados do Banco Central, a relação dívida/PIB (Produto Interno Bruto) alcançou 82,5% em julho. Isso, segundo os economistas, é um sintoma do desarranjo fiscal do país e serve como um sinal de alerta para que o próximo presidente da República corrija a rota das contas públicas a partir de 2027. Apesar disso, os especialistas ressaltam que nem o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nem o senador Flávio Bolsonaro (PL), ambos à frente nas pesquisas das eleições presidenciais, apresentaram ainda um plano detalhado para a contenção de gastos no próximo governo.
Para o economista-chefe da Warren Investimentos, Felipe Salto, o nível crescente de endividamento, o maior em cinco anos, reflete as incertezas quanto ao futuro da política fiscal. Impulsionada pelos juros altos e pelo aumento dos gastos, a dívida bruta ante o PIB subiu 0,6 ponto percentual em comparação com junho.

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