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Publicada em 18 de Agosto de 2026 às 15:37

Crédito imobiliário pode ficar mais caro com novo modelo de captação de recursos

A mudança, que está sendo implementada de forma gradual e terá vigência plena em 2027

A mudança, que está sendo implementada de forma gradual e terá vigência plena em 2027

ISABELLE RIEGER/JC
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Agências
O novo modelo de crédito imobiliário brasileiro, que busca reduzir a dependência dos bancos em relação à poupança, pode aumentar a pressão sobre os juros cobrados dos compradores de imóveis em períodos de taxas elevadas.
 
A mudança, que está sendo implementada de forma gradual e terá vigência plena em 2027, prevê a substituição progressiva da poupança como principal fonte de recursos para o crédito imobiliário por instrumentos do mercado de capitais, como letras imobiliárias. A proposta foi construída após discussões entre governo, bancos e setor da construção.
Gilneu Vivan, diretor de Regulação do Banco Central, diz que os primeiros resultados do período de testes são animadores. Ele afirmou que houve reversão da queda nas concessões de crédito imobiliário e que os primeiros meses registraram aumento nas operações.

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