Participar de aulas teóricas sobre o mercado brasileiro, planejar diferentes áreas do próprio negócio, ter mentorias individuais e, ao final do processo, receber um incentivo financeiro para alavancar o pequeno empreendimento. É nessa rotina que 19 mulheres haitianas estão imersas em Porto Alegre (RS), e seguirão pelos próximos meses, por meio do projeto Refugiadas Empreendedoras.
O projeto é uma iniciativa da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), que conta com o aporte do governo do Canadá para facilitar o processo de integração local e autossuficiência de populações refugiadas. São parceiros também da iniciativa o Serviço Jesuíta para Migrantes e Refugiados (SJMR) e a agência de fomento social Territorialize. As aulas teóricas começaram no início de maio e as alunas que completaram a carga horária mínima seguem agora com três meses de mentoria dedicada ao próprio negócio. Elas também irão receber um pequeno incentivo financeiro, em forma de capital semente, para que invistam na implementação do empreendimento, tirando-o do papel para atuar na realidade.
As aulas teóricas ministradas durante a semana tiveram carga horária de 20 horas e incluíram atividades práticas sobre as diferentes áreas e etapas que envolvem a abertura de um pequeno negócio no Brasil – desde pesquisa de mercado e análise de concorrência até lançamento de produtos, campanhas de divulgação, fluxo de caixa e gestão de Recursos Humanos.
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