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Publicada em 27 de Abril de 2026 às 14:40

Abit defende taxa das blusinhas por corrigir em parte as assimetrias tributárias

"O problema nunca foi o comércio internacional, mas sim o fato de ele ocorrer em condições desiguais", prossegue

"O problema nunca foi o comércio internacional, mas sim o fato de ele ocorrer em condições desiguais", prossegue

STR/AFP/JC
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Agências
A Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) rebateu o estudo da Global Intelligence and Analytics, tema de matéria do Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) publicada na semana passada, para defender a chamada "taxação das blusinhas". Segundo o diretor-superintendente e presidente emérito da Abit, Fernando Pimentel, as compras internacionais de pequeno valor cresceram, passando de cerca de US$ 2,7 bilhões para US$ 3,3 bilhões, dados que mostraram que o consumo segue ativo. "O que houve foi uma correção parcial das assimetrias tributárias e regulatórias, não a criação de barreiras ao comércio", sustenta.

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