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Publicada em 19 de Abril de 2026 às 13:02

'Abre e fecha' de Hormuz amplia incerteza no agronegócio brasileiro, que teme por próxima safra

Irã havia anunciado que permitiria a passagem de navios por Hormuz, em meio à trégua com os Estados Unidos, mas voltou atrás neste sábado (18)

Irã havia anunciado que permitiria a passagem de navios por Hormuz, em meio à trégua com os Estados Unidos, mas voltou atrás neste sábado (18)

Giuseppe CACACE/AFP/JC
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Agências
O "abre e fecha" do estreito de Hormuz é visto como prejudicial para o agronegócio brasileiro, que utiliza a região como rota prioritária para a entrega de produtos e insumos no Oriente Médio e na China. A incerteza, portanto, atrapalha os planos das companhias brasileiras que operam na região, já que, com a guerra, operadores de logística adicionaram uma "taxa de guerra" para escoarem seus navios cargueiros por rotas alternativas.

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