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Publicada em 15 de Outubro de 2025 às 15:44

Análise de Projeto de Lei que apoia a cadeia do carvão é adiada

PL também beneficiaria a operação da termelétrica Candiota 3

PL também beneficiaria a operação da termelétrica Candiota 3

ARQUIVO ELETROBRAS CGTEE/DIVULGAÇÃO/JC
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Jefferson Klein
Jefferson Klein Repórter
Estava prevista para esta quarta-feira (15) a apreciação pela Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados do Projeto de Lei (PL) 1.371/2025, que visa garantir uma transição energética que permita a sobrevivência socioeconômica das regiões carboníferas (algo que também ajudaria a estender a operação da termelétrica gaúcha a carvão Candiota 3). No entanto, a pedido do relator da matéria, deputado Ricardo Guidi (PL-SC), o tema foi retirado da pauta e não foi deliberado.
Estava prevista para esta quarta-feira (15) a apreciação pela Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados do Projeto de Lei (PL) 1.371/2025, que visa garantir uma transição energética que permita a sobrevivência socioeconômica das regiões carboníferas (algo que também ajudaria a estender a operação da termelétrica gaúcha a carvão Candiota 3). No entanto, a pedido do relator da matéria, deputado Ricardo Guidi (PL-SC), o tema foi retirado da pauta e não foi deliberado.
Não foi informada uma nova data para que o PL, de autoria dos parlamentares Afonso Hamm (PP-RS) e Lucas Redecker (PSDB-RS), seja apreciado. Caso o projeto seja aprovado, uma de suas implicações será a possibilidade de prorrogação, até 2050, do funcionamento da usina Candiota 3. A térmica teve seu contrato de longo prazo de comercialização de energia encerrado no começo deste ano.
Atualmente, a planta tem procurado opções para vender sua geração no mercado spot (de curto prazo), já tendo exportado energia para a Argentina. O empreendimento tem uma potência instalada de 350 MW, suficiente para atender a 1 milhão de pessoas. O consumo médio de carvão do complexo, em condições normais de operação, é de aproximadamente 1,5 milhão de toneladas ao ano.

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