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Publicada em 09 de Setembro de 2025 às 18:26

Leite destaca ajuste fiscal e retorno de investimentos

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Ana Stobbe
Ana Stobbe Repórter
O governador Eduardo Leite (PSD), em consonância com seu secretário, relembrou o aporte histórico da CMPC que puxou os números de investimentos de 2024. O ano passado, aliás, foi relembrado por ele pelo fato de ter sido o que mais somou aportes no Estado. Fato que, para o chefe do Executivo gaúcho, só foi possível em virtude da retomada do equilíbrio fiscal do Piratini.

O governador Eduardo Leite (PSD), em consonância com seu secretário, relembrou o aporte histórico da CMPC que puxou os números de investimentos de 2024. O ano passado, aliás, foi relembrado por ele pelo fato de ter sido o que mais somou aportes no Estado. Fato que, para o chefe do Executivo gaúcho, só foi possível em virtude da retomada do equilíbrio fiscal do Piratini.

“O Estado conseguiu se liberar de amarras que eram como uma bola de ferro que nos limitavam. A partir do programa de reformas e todo o resto, isso nos trouxe para uma condição de retomada de investimentos e prestação de serviços que são fundamentais na competitividade”, considerou o governador, acrescentando que, em anos anteriores, a média de investimento anual girava entre R$ 30 bilhões e R$ 40 bilhões.
Ele apresentou, ainda, dados sobre a reforma administrativa proposta pelo Piratini e aprovada pela Assembleia Legislativa no ano passado. Para o governador, isso representou um avanço em termos de equilíbrio fiscal. Outro ponto celebrado pelo chefe do Executivo foi o avanço nos índices de segurança pública.
“Já fomos capazes de superar muitos desafios. Então, quando a gente olha para os problemas que a gente ainda tem, temos a capacidade de olhar com ânimo, com confiança, da capacidade de superar esses problemas e desafios também, porque já fomos capazes de superar tantos outros”, complementou Leite.
Em um pequeno debate, ele ampliou a questão das finanças estaduais, abordando a dívida do Rio Grande do Sul com a União. Nesse aspecto, ele criticou mais uma vez o novo programa de renegociação dos montantes proposto pelo Planalto aos entes federados: o Propag, que deverá substituir o Regime de Recuperação Fiscal ao qual o Estado está vinculado hoje. Para o governador, as condições não são favoráveis ao RS.
   

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