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Publicada em 26 de Agosto de 2025 às 00:25

Prefeito diz que litígio traz insegurança à comunidade

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Jefferson Klein
Jefferson Klein Repórter
Apesar de reforçar que Candiota 3 ainda está funcionando, o prefeito de Candiota, Luiz Carlos Folador, assinala que a discussão judicial gera muita insegurança na comunidade local. "Isso acaba assustando a população", aponta o dirigente. O prefeito lamenta ainda que as críticas à planta gaúcha vêm em um momento em que o Operador Nacional do Sistema (ONS) defende o acionamento das termelétricas para aumentar a segurança do fornecimento elétrico no Brasil. Ele cita também que a região tem dificuldades econômicas e a usina proporciona relevantes postos de trabalho.
Apesar de reforçar que Candiota 3 ainda está funcionando, o prefeito de Candiota, Luiz Carlos Folador, assinala que a discussão judicial gera muita insegurança na comunidade local. "Isso acaba assustando a população", aponta o dirigente. O prefeito lamenta ainda que as críticas à planta gaúcha vêm em um momento em que o Operador Nacional do Sistema (ONS) defende o acionamento das termelétricas para aumentar a segurança do fornecimento elétrico no Brasil. Ele cita também que a região tem dificuldades econômicas e a usina proporciona relevantes postos de trabalho.
Em nota, a Âmbar Energia, atual proprietária da termelétrica, afirma que "recebeu com surpresa e indignação a decisão judicial, proferida apesar do cumprimento integral de todas as exigências legais e da posse de todas as licenças necessárias para a operação da usina". O comunicado acrescenta que "a medida contraria autorizações já concedidas, fere a segurança jurídica e ameaça a confiabilidade do sistema energético em um momento em que a contribuição das usinas termelétricas é essencial para garantir o fornecimento de energia ao País." Já sobre a mina de Candiota, a questão está sendo tratada pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE-RS), que informa que "está ciente da decisão e avalia as medidas judiciais cabíveis".
A iniciativa do Instituto Preservar, da Agapan e do Núcleo Amigos da Terra Brasil não é a única a questionar a operação de Candiota 3.
Em julho deste ano, o Instituto Internacional Arayara protocolou uma Ação Civil Pública contra as operadoras da térmica exigindo a paralisação imediata e definitiva das atividades da unidade. O engenheiro ambiental do Instituto Arayara, John Fernando de Farias Wurdig, relata que ainda é esperado um desfecho na Justiça sobre essa movimentação.

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