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Publicada em 13 de Agosto de 2025 às 20:15

Chineses já participaram de implantação de térmicas no RS

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Jefferson Klein
Jefferson Klein Repórter
A aproximação de Candiota de empresas chinesas não é algo novo. O prefeito da cidade, Luiz Carlos Folador, lembra que tanto a termelétrica Candiota 3 como a usina a carvão Pampa Sul contaram com o apoio de companhias asiáticas como a Citic e a Sdepci para serem executadas.
A aproximação de Candiota de empresas chinesas não é algo novo. O prefeito da cidade, Luiz Carlos Folador, lembra que tanto a termelétrica Candiota 3 como a usina a carvão Pampa Sul contaram com o apoio de companhias asiáticas como a Citic e a Sdepci para serem executadas.
O prefeito concorda que agora a solução de captura de CO2 chinesa da JNG tem amplas possibilidades de ser adotada pela indústria de carvão local. Por outra frente, Folador enfatiza que é
importante que seja aprovada uma medida provisória (MP) que garanta a recontratação da geração de energia de Candiota 3 até 2050. "O que está faltando? Na minha opinião vontade política de fazer", aponta o prefeito.
Ele acrescenta que a operação das usinas também é relevante para as fábricas de cimento que aproveitam as cinzas decorrentes do processo de queima do carvão para fabricarem seus produtos.
Conforme Folador, são quatro cimenteiras que adquirem cinzas de Candiota, uma fábrica localizada no próprio município e outras três em Pinheiro Machado, Nova Santa Rita e Montenegro.
Além do carvão, uma aposta de Candiota é na diversificação da sua matriz produtiva. O prefeito cita entre as atividades que estão contribuindo para isso a plantação de olivais, destinados à produção de azeite, vitivinicultura, sementes de hortaliças, além de a região possuir em torno de 15 mil hectares de florestas plantadas.
Sobre a viagem à China, Folador cita a importância de a comitiva representar uma grande variedade de agentes envolvidos com a questão. O prefeito ressalta que há no grupo membros dos ministérios de Minas e Energia e Agricultura, da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), da Assembleia Legislativa gaúcha, da Associação Brasileira do Carbono Sustentável (ABCS) e da Âmbar Energia.

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