Outro temor diz respeito a uma possível debandada de empresas do Rio Grande do Sul a outros países.
"É um caminho natural, porque se não conseguimos resolver aqui, o industrial vai acabar encontrando uma solução e, talvez, em algum momento, acabar saindo daqui. O Trump diz que quer que as empresas vão para os Estados Unidos e tem algumas delas com condições de fazer isso", pontua Scozziero.
Alguns destinos latino-americanos destacados por Scozziero são o Paraguai e a Argentina, próximos geograficamente do Rio Grande do Sul e, segundo o representante da Fiergs, "ávidos por empresas brasileiras".
"No caso da Argentina, as tarifas foram praticamente zeradas e isso vai representar um crescimento grande para o país", acrescenta o coordenador do Contrab da Fiergs.