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Publicada em 17 de Março de 2025 às 19:33

Alckmin: Brasil se tornou 2º maior produtor de ar-condicionado do mundo; 6 mi em 2024

Vice-presidente Geraldo Alckmin recebe o primeiro-ministro da Eslováquia, Robert Fico, no Palácio do Itamaraty  Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Vice-presidente Geraldo Alckmin recebe o primeiro-ministro da Eslováquia, Robert Fico, no Palácio do Itamaraty Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil/Divulgação/JC
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Agência Estado
O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), Geraldo Alckmin, disse nesta segunda-feira, 17, o que o Brasil se tornou o segundo maior produtor de ar-condicionado do mundo em 2024. Com seis milhões de unidades fabricadas, o País ficou atrás apenas da China.
O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), Geraldo Alckmin, disse nesta segunda-feira, 17, o que o Brasil se tornou o segundo maior produtor de ar-condicionado do mundo em 2024. Com seis milhões de unidades fabricadas, o País ficou atrás apenas da China.
O número foi o maior da história, representando um crescimento de 38% na comparação com o ano anterior. Os dados foram apresentados em coletiva de imprensa após reunião do governo federal com o presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros), Jorge Nascimento. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também participou da reunião.

Considerando todos os tipos de eletrodomésticos, o Brasil vendeu 117,7 milhões de unidades, alta de 29%, sendo o melhor desempenho da última década.

Na avaliação da Eletros, o aumento foi impulsionado por uma soma de fatores, incluindo "aumento da geração de emprego e políticas públicas". Além disso, ondas de calor ajudaram a impulsionar as vendas de produtos como ar-condicionado, que, com crescimento de 38%, teve seu melhor desempenho histórico.

O presidente da Eletros disse que o setor já observa um aumento do volume de exportação de eletroeletrônicos. "Hoje temos exportação baixa, em torno de 10% do volume de produção", afirmou.

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