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Publicada em 11 de Fevereiro de 2025 às 01:25

Usiminas, Ternium e ArcelorMittal são mais visadas

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Cláudio Isaías
Cláudio Isaías Repórter
As tarifas sobre aço e alumínio devem afetar grande parte das vendas das siderúrgicas brasileiras com o retorno do tarifaço pelos Estados Unidos. O Brasil é o segundo maior exportador de aço para os americanos.
As tarifas sobre aço e alumínio devem afetar grande parte das vendas das siderúrgicas brasileiras com o retorno do tarifaço pelos Estados Unidos. O Brasil é o segundo maior exportador de aço para os americanos.
De acordo com analistas, as empresas mais afetadas devem ser a Ternium e a Usiminas, que exportam grande fatia de suas produções para os EUA. A primeira é a controladora da segunda, mas também tem uma fábrica própria de placas de aço no Brasil, onde tem capacidade de produzir até 5 milhões de toneladas anualmente no Rio de Janeiro. Segundo o relatório anual da Ternium, em 2023 a empresa exportou 486 mil toneladas de aço a partir do Brasil. A siderúrgica não divulga quanto de sua produção anual vai para os Estados Unidos, mas uma fatia considerável atende às indústrias americanas.
Já a Usiminas tem a América do Norte como destino de 13% de suas exportações. A siderúrgica não destrincha o dado em nome de países, mas segundo analistas uma grande fatia vai para os Estados Unidos. Em 2023, por exemplo, a Usiminas exportou 382 mil toneladas de aço (assim, cerca de 50 mil toneladas foram enviadas para a América do Norte). Os dados de 2024 serão anunciados nesta sexta-feira (14).
Na mesma linha, os papéis da ArcelorMittal, outra empresa que poderá ser afetada, caíam 1,42% e eram vendidas a R$ 79,47. A siderúrgica, que tem várias plantas no Brasil, não divulga quanto de sua produção brasileira vai para os Estados Unidos, mas segundo seu relatório anual, em 2023 a empresa produziu 14 milhões de toneladas de aço no país, sendo a grande maioria exportada.

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