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Publicada em 05 de Fevereiro de 2025 às 10:10

Dólar sobe com realização após 12 quedas e de olho em commodities fracas

O dólar futuro para março subia 0,55%, a R$ 5,8125

O dólar futuro para março subia 0,55%, a R$ 5,8125

Arte/Jc
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Agência Estado
O dólar abriu em baixa na manhã desta quarta-feira (5), alinhado à tendência internacional e ao recuo dos juros dos Treasuries. Porém, a divisa americana ganha força moderada, com uma realização de lucros após 12 sessões em queda e diante da ampliação das perdas do petróleo e recuo de 0,99% do minério de ferro.Na volta do feriado de uma semana, os investidores reagem a uma desaceleração dos PMIs da China em janeiro.Investidores locais digerem ainda uma queda da produção industrial brasileira, que em dezembro foi menos intensa do que previa o mercado e houve crescimento maior em 2024.Na abertura, predominou um viés negativo, puxado pelo exterior. Há expectativas de que os governos dos EUA e da China possam chegar a um acordo em torno da elevação adicional das tarifas comerciais bilaterais. Uma conversa entre os presidente Donald Trump e Xi Jinping estava prevista ontem, mas ainda não aconteceu.Analistas e entidades empresariais estrangeiros afirmam que as tarifas podem causar desaceleração da atividade econômica e aumento da inflação global. Isso porque há dependência da economia americana das importações e é esperado que o impacto da elevação de tarifas sobre os custos de produção seja repassado aos preços ao consumidor.A ministra Esther Dweck anunciou que os servidores federais que tiveram reajuste salarial receberão pagamento retroativo dos meses de janeiro, fevereiro e março deste ano, após a aprovação final da LOA de 2025. A decisão foi feita durante sua participação no programa "Bom dia, Ministra", da EBC. A Comissão Mista de Orçamento tem prazo até 10 de março para votar a proposta, e o relator, senador Angelo Coronel, informou que ainda há ajustes pendentes no texto, previstos para ocorrer ainda este mês após reuniões com os novos presidentes da Câmara e do Senado.Às 9h56, o dólar à vista subia 0,25%, a R$ 5,7869. O dólar futuro para março subia 0,55%, a R$ 5,8125.
O dólar abriu em baixa na manhã desta quarta-feira (5), alinhado à tendência internacional e ao recuo dos juros dos Treasuries. Porém, a divisa americana ganha força moderada, com uma realização de lucros após 12 sessões em queda e diante da ampliação das perdas do petróleo e recuo de 0,99% do minério de ferro.

Na volta do feriado de uma semana, os investidores reagem a uma desaceleração dos PMIs da China em janeiro.

Investidores locais digerem ainda uma queda da produção industrial brasileira, que em dezembro foi menos intensa do que previa o mercado e houve crescimento maior em 2024.

Na abertura, predominou um viés negativo, puxado pelo exterior. Há expectativas de que os governos dos EUA e da China possam chegar a um acordo em torno da elevação adicional das tarifas comerciais bilaterais. Uma conversa entre os presidente Donald Trump e Xi Jinping estava prevista ontem, mas ainda não aconteceu.

Analistas e entidades empresariais estrangeiros afirmam que as tarifas podem causar desaceleração da atividade econômica e aumento da inflação global. Isso porque há dependência da economia americana das importações e é esperado que o impacto da elevação de tarifas sobre os custos de produção seja repassado aos preços ao consumidor.

A ministra Esther Dweck anunciou que os servidores federais que tiveram reajuste salarial receberão pagamento retroativo dos meses de janeiro, fevereiro e março deste ano, após a aprovação final da LOA de 2025. A decisão foi feita durante sua participação no programa "Bom dia, Ministra", da EBC. A Comissão Mista de Orçamento tem prazo até 10 de março para votar a proposta, e o relator, senador Angelo Coronel, informou que ainda há ajustes pendentes no texto, previstos para ocorrer ainda este mês após reuniões com os novos presidentes da Câmara e do Senado.

Às 9h56, o dólar à vista subia 0,25%, a R$ 5,7869. O dólar futuro para março subia 0,55%, a R$ 5,8125.

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