No dia 12 de fevereiro, o prefeito de Candiota, Luiz Carlos Folador (MDB), deverá participar, com o governador Eduardo Leite e deputados gaúchos, de uma reunião com o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, em Brasília, para tratar da termelétrica a carvão. O objetivo é garantir a manutenção da operação da usina até 2043.
“A cidade está atônita, o pessoal está apreensivo e inseguro, a situação está bem delicada”, afirma o prefeito. Ele acrescenta que há proprietários vendendo imóveis e empresas segurando investimentos na cidade. Folador ressalta ainda que a parada da usina já tem efeitos na arrecadação do município, com uma perda quanto ao Imposto sobre Serviços (ISS) de, em média, de R$ 300 mil por mês.