Na tentativa de sensibilizar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela sanção do Projeto de Lei 576, sem vetos, um ato reunindo trabalhadores e representantes da comunidade candiotense será realizado em frente da usina Candiota 3, a partir das 10h, desta segunda-feira (6). O diretor de Comunicação do Sindicato dos Mineiros do município, Hermelindo Ferreira, espera que cerca de 500 pessoas participem do evento, que resultará em um vídeo que será encaminhado à presidência da República.
“Nós nunca acreditamos na perda de empregos, a gente tem essa estimativa ainda que o presidente vai sancionar (o PL 576)”, comenta Ferreira. No entanto, ele salienta que, se houver o veto de Lula, o assunto volta para o Senado, o que ocasionará um clima de incerteza quanto ao futuro da usina e dos trabalhadores do setor. Até o momento não houve demissões, nem na usina ou na cadeia de fornecimento do carvão, pois a expectativa é que a solução ocorra de forma rápida. Contudo, se o impasse se alongar, o futuro é incerto, admite o representante do Sindicato dos Mineiros.
“Porque não tem como a mineração ficar parada esperando que alguém grite que está precisando de carvão, é um cenário muito complexo”, ressalta o dirigente. Ferreira estima que Candiota 3, entre empregos diretos e indiretos, reflete em torno de 5 mil postos de trabalho na região. Ele recorda também que a área da Campanha gaúcha, onde está inserido o município de Candiota, é carente de indústrias para absorver os profissionais que hoje trabalham de alguma forma ligados à termelétrica.
Em dezembro passado, uma carta reunindo diversas entidades empresariais do Rio Grande do Sul e Santa Catarina foi encaminhada ao presidente Lula solicitando a sanção do Projeto de Lei 576 sem vetos ao segmento do carvão mineral. Entre as instituições gaúchas que assinaram o documento estavam Fiergs, Federasul, Famurs, Azonasul e Câmara Municipal de Candiota.
“Nós nunca acreditamos na perda de empregos, a gente tem essa estimativa ainda que o presidente vai sancionar (o PL 576)”, comenta Ferreira. No entanto, ele salienta que, se houver o veto de Lula, o assunto volta para o Senado, o que ocasionará um clima de incerteza quanto ao futuro da usina e dos trabalhadores do setor. Até o momento não houve demissões, nem na usina ou na cadeia de fornecimento do carvão, pois a expectativa é que a solução ocorra de forma rápida. Contudo, se o impasse se alongar, o futuro é incerto, admite o representante do Sindicato dos Mineiros.
“Porque não tem como a mineração ficar parada esperando que alguém grite que está precisando de carvão, é um cenário muito complexo”, ressalta o dirigente. Ferreira estima que Candiota 3, entre empregos diretos e indiretos, reflete em torno de 5 mil postos de trabalho na região. Ele recorda também que a área da Campanha gaúcha, onde está inserido o município de Candiota, é carente de indústrias para absorver os profissionais que hoje trabalham de alguma forma ligados à termelétrica.
Em dezembro passado, uma carta reunindo diversas entidades empresariais do Rio Grande do Sul e Santa Catarina foi encaminhada ao presidente Lula solicitando a sanção do Projeto de Lei 576 sem vetos ao segmento do carvão mineral. Entre as instituições gaúchas que assinaram o documento estavam Fiergs, Federasul, Famurs, Azonasul e Câmara Municipal de Candiota.