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Publicada em 26 de Setembro de 2024 às 20:31

Piracanjuba investe R$ 50 milhões em ampliação de operações no Rio Grande do Sul

A Piracanjuba tem fábrica na cidade de Carazinho

A Piracanjuba tem fábrica na cidade de Carazinho

Piracanjuba/Divulgação/JC
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Agências
A Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) concedeu a Licença Prévia de Ampliação (LPA) ao grupo de laticínios Piracanjuba, informa o site do governo do Rio Grande do Sul nesta quinta-feira (26). Para a ampliação está previsto o investimento de R$ 50 milhões por parte da empresa. Esta licença refere-se à ampliação da área útil total do empreendimento – que já conta com um total de 46.572,44 m² e tem previsão de ampliação de 8.504,37 m² de área construída. O objetivo é construir uma Estação de Tratamento de Efluentes líquidos (ETE) e instalar uma caldeira, que utilizará biomassa como combustível.A empresa, que está localizada na unidade industrial de Carazinho, atua no setor de beneficiamento e industrialização de leite e seus derivados. Para esta ampliação, foi negociado um aporte de R$ 50 milhões junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES). A instituição conta com a linha de crédito do Fundo Clima, com o objetivo de apoiar projetos relacionados à redução de emissão de gases do efeito estufa e à adaptação às mudanças do clima. Este investimento, conforme a nota do governo, representa a redução de gases de efeito estufa devido ao aproveitamento do biogás gerado pela estação de tratamento de efluentes que será destinado para a caldeira, gerando benefício para o meio ambiente. A empresa estima a redução próxima a 90% nas emissões do escopo da unidade.
A Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) concedeu a Licença Prévia de Ampliação (LPA) ao grupo de laticínios Piracanjuba, informa o site do governo do Rio Grande do Sul nesta quinta-feira (26). Para a ampliação está previsto o investimento de R$ 50 milhões por parte da empresa.

Esta licença refere-se à ampliação da área útil total do empreendimento – que já conta com um total de 46.572,44 m² e tem previsão de ampliação de 8.504,37 m² de área construída. O objetivo é construir uma Estação de Tratamento de Efluentes líquidos (ETE) e instalar uma caldeira, que utilizará biomassa como combustível.

A empresa, que está localizada na unidade industrial de Carazinho, atua no setor de beneficiamento e industrialização de leite e seus derivados. Para esta ampliação, foi negociado um aporte de R$ 50 milhões junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES). A instituição conta com a linha de crédito do Fundo Clima, com o objetivo de apoiar projetos relacionados à redução de emissão de gases do efeito estufa e à adaptação às mudanças do clima.

Este investimento, conforme a nota do governo, representa a redução de gases de efeito estufa devido ao aproveitamento do biogás gerado pela estação de tratamento de efluentes que será destinado para a caldeira, gerando benefício para o meio ambiente. A empresa estima a redução próxima a 90% nas emissões do escopo da unidade.

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