O assoreamento do Guaíba após as enchentes reavivou a discussão se a extração de areia no seu leito poderia contribuir, indiretamente, com a dragagem constante do local e evitar futuros problemas por causa do acúmulo de resíduos. Hoje, há uma ação civil pública que impede a liberação dessa prática antes da realização de um zoneamento da área, que compete à Fundação Estadual de Proteção Ambiental e à Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema). O secretário adjunto da Sema, Marcelo Camardelli, informa que esse trabalho deverá ser finalizado ainda em 2025.
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O assoreamento do Guaíba após as enchentes reavivou a discussão se a extração de areia no seu leito poderia contribuir, indiretamente, com a dragagem constante do local e evitar futuros problemas por causa do acúmulo de resíduos. Hoje, há uma ação civil pública que impede a liberação dessa prática antes da realização de um zoneamento da área, que compete à Fundação Estadual de Proteção Ambiental e à Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema). O secretário adjunto da Sema, Marcelo Camardelli, informa que esse trabalho deverá ser finalizado ainda em 2025.