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Publicada em 12 de Junho de 2024 às 01:25

Ibovespa sobe 0,73%, aos 121,6 mil pontos

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Tendo permanecido aos 120,7 mil pontos nas duas sessões anteriores, o Ibovespa deu um passo adiante, retomando a linha dos 121 mil, com giro ainda fraco, a R$ 18,1 bilhões, nesta terça-feira. O índice da B3 oscilou dos 120.757,20 aos 121.759,04 pontos ( 0,83%), encerrando o dia em alta de 0,73%, aos 121.635,06 pontos. Na semana, o Ibovespa avança 0,56%, com perda no ano a 9,35% e, no mês, a 0,38%.
Tendo permanecido aos 120,7 mil pontos nas duas sessões anteriores, o Ibovespa deu um passo adiante, retomando a linha dos 121 mil, com giro ainda fraco, a R$ 18,1 bilhões, nesta terça-feira. O índice da B3 oscilou dos 120.757,20 aos 121.759,04 pontos ( 0,83%), encerrando o dia em alta de 0,73%, aos 121.635,06 pontos. Na semana, o Ibovespa avança 0,56%, com perda no ano a 9,35% e, no mês, a 0,38%.
Na B3, em geral, o dia foi de ganhos bem distribuídos pelas ações de primeira linha, as blue chips, à exceção de Vale ON (-0,15%) - que quase zerou as perdas em direção ao fechamento - e de Petrobras, que oscilou ao longo da tarde, com a ON no negativo (-0,08%) e a PN mostrando ganho de 0,43% no encerramento, em sessão de ajuste também discreto para o Brent e o WTI, ambos em leve avanço.
Destaque nesta terça-feira para o setor financeiro, alinhado em alta, tendo Itaú PN ( 1,12%) e Banco do Brasil ON ( 1,10%) à frente na sessão, entre as maiores instituições. Na ponta ganhadora do Ibovespa, Magazine Luiza ( 7,99%), Minerva ( 5,21%) e Prio ( 4,29%). No lado oposto, Suzano (-1,55%), Localiza (-0,74%) e Dexco (-0,57%).
"Depois de vários dias bem negativos, a Bolsa conseguiu dar um respiro hoje (ontem). O IPCA decepcionou um pouco, vindo marginalmente acima do esperado após leituras que vinham mais acomodadas, abaixo das expectativas. Mas nada que desabone, apesar do sinal de perda de força no processo desinflacionário", diz Rodrigo Alvarenga, sócio da One Investimentos.
Ele se refere, também, à desancoragem das expectativas de inflação trazidas no boletim Focus, o que tem se refletido, segundo Alvarenga, especialmente na reprecificação da ponta curta da curva de juros doméstica, que passou a embutir chance de aumento de 25 pontos-base na Selic ainda este ano - ainda que tal cenário esteja fora das considerações dos economistas, no momento.
"A Bolsa brasileira já cai próximo a 10% no ano, um dos piores emergentes em desempenho, embora com uma razão Preço/Lucro muito abaixo da média histórica", diz Andre Fernandes, sócio da A7 Capital. "Em conjunto a isso, as projeções de lucros das empresas vêm sendo revisadas para cima, desde 2023, e o Ibovespa descolou bem dessas revisões. A Bolsa, então, corrigiu hoje (ontem) parte dessa queda, a qual não está 'conversando' com os fundamentos das empresas - ainda bons, principalmente os de companhias já consolidadas em seus respectivos setores."
Destaque da agenda de dados domésticos nesta terça-feira, a elevação do IPCA em maio "não foi alarmante", embora algumas medidas, como a inflação de serviços e a média de núcleos, tenham se acelerado no mês, observa o chefe de economia para Brasil e de estratégia para América Latina do Bank of America (BofA), David Beker, em relatório.
Após ganhos acumulados de 2,02% nos dois pregões anteriores, o dólar apresentou fôlego reduzido nesta terça-feira. Com trocas de sinal ao longo do dia, o dólar à vista encerrou o pregão em alta de 0,08%, cotado a R$ 5,3610, ainda no maior valor desde 4 de janeiro de 2023 (R$ 5,4524).

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