Com 1.080 associados, a Cooperativa Agroindustrial Pradense (Cooprado) completou cinco décadas de fundação em 20 de janeiro de 1974, comemorando crescimento virtuoso nos últimos três anos, todos na faixa de dois dígitos. O ciclo de aumentos consistentes teve início em 2021, com 22%, e seguiu no ano seguinte com mais 32%, quando alcançou faturamento próximo de R$ 72 milhões. Com sede em Antônio Prado, na Serra Gaúcha, a organização consolidou, em 2023, faturamento de R$ 86,9 milhões, alta de 19,8% na comparação com o anterior. Para 2024, a meta é manter o avanço em dois dígitos.O presidente Osvaldo Conte atribui a expansão a mudanças estratégicas adotadas nos últimos anos, buscando fidelizar o associado com a oferta de mais oportunidades de negócios, aliado ao plano de investimentos para a melhoria da estrutura oferecida pela cooperativa. No período de 2021-2023, foram aplicados R$ 14 milhões, dos quais R$ 4 milhões no novo Centro Administrativo, que passará a ser ocupado a partir de abril. O espaço de 1.125m² foi construído em área total de quatro hectares, onde a cooperativa já mantém as demais atividades. O prédio também abrigará a loja comercial, fundada em 1980, e localizada, desde então, na área central da cidade. Valor de R$ 4 milhões também foi aplicado na ampliação da vinícola, que atualmente soma capacidade de estocagem de 14,5 milhões de litros. Este segmento terá prioridade no próximo plano de investimentos que a diretoria está avaliando na ordem de R$ 20 milhões. Para aumentar a capacidade de produção de vinhos, com ênfase em mais tanques de estocagem e demais equipamentos, o valor estimado é de R$ 10 milhões. Também está no radar da cooperativa elevar a oferta de vinhos engarrafados de forma a agregar maior valor ao produto. Atualmente, 90% da produção são vendidos a granel e 10% engarrafados, o que correspondeu a 1 milhão de litros em 2023. Para 2024, a meta é dobrar o volume de vinhos em garrafas.Para este ano, o objetivo é aplicar R$ 500 mil no enoturismo, com novo modelo de degustação a partir da construção de estruturas internas e externas, como um quiosque. Hoje, a atividade resume-se a varejo e degustação em área interna. Outra parte do investimento tem como destino o engarrafamento próprio de espumantes, atualmente feito em empresa terceirizada.
Com 1.080 associados, a Cooperativa Agroindustrial Pradense (Cooprado) completou cinco décadas de fundação em 20 de janeiro de 1974, comemorando crescimento virtuoso nos últimos três anos, todos na faixa de dois dígitos. O ciclo de aumentos consistentes teve início em 2021, com 22%, e seguiu no ano seguinte com mais 32%, quando alcançou faturamento próximo de R$ 72 milhões. Com sede em Antônio Prado, na Serra Gaúcha, a organização consolidou, em 2023, faturamento de R$ 86,9 milhões, alta de 19,8% na comparação com o anterior. Para 2024, a meta é manter o avanço em dois dígitos.
O presidente Osvaldo Conte atribui a expansão a mudanças estratégicas adotadas nos últimos anos, buscando fidelizar o associado com a oferta de mais oportunidades de negócios, aliado ao plano de investimentos para a melhoria da estrutura oferecida pela cooperativa. No período de 2021-2023, foram aplicados R$ 14 milhões, dos quais R$ 4 milhões no novo Centro Administrativo, que passará a ser ocupado a partir de abril. O espaço de 1.125m² foi construído em área total de quatro hectares, onde a cooperativa já mantém as demais atividades. O prédio também abrigará a loja comercial, fundada em 1980, e localizada, desde então, na área central da cidade.
Valor de R$ 4 milhões também foi aplicado na ampliação da vinícola, que atualmente soma capacidade de estocagem de 14,5 milhões de litros. Este segmento terá prioridade no próximo plano de investimentos que a diretoria está avaliando na ordem de R$ 20 milhões. Para aumentar a capacidade de produção de vinhos, com ênfase em mais tanques de estocagem e demais equipamentos, o valor estimado é de R$ 10 milhões. Também está no radar da cooperativa elevar a oferta de vinhos engarrafados de forma a agregar maior valor ao produto. Atualmente, 90% da produção são vendidos a granel e 10% engarrafados, o que correspondeu a 1 milhão de litros em 2023. Para 2024, a meta é dobrar o volume de vinhos em garrafas.
Para este ano, o objetivo é aplicar R$ 500 mil no enoturismo, com novo modelo de degustação a partir da construção de estruturas internas e externas, como um quiosque. Hoje, a atividade resume-se a varejo e degustação em área interna. Outra parte do investimento tem como destino o engarrafamento próprio de espumantes, atualmente feito em empresa terceirizada.
• LEIA TAMBÉM: Flores da Cunha busca se consolidar na área do enoturismoEm 2023, a cooperativa elaborou 10 milhões de litros e tinha estimativa de aumentar 20% nesta safra a partir do recebimento de 15 milhões de quilos de uvas. Com os problemas climáticos, deve haver redução para 11 milhões de quilos, resultando em 9 milhões de litros. Parte representativa da produção, algo como 30%, é direcionada para a Cenecop, sociedade formada em conjunto com as cooperativas Nova Aliança, Garibaldi e São João para a elaboração de suco de uva.
Para consolidar os objetivos, a cooperativa trabalha visando fidelizar mais o associado, conscientizando para que venda menos para terceiros. Segundo o presidente, o quadro social tem uma capacidade de produção de 28 milhões de quilos de uvas, mas no momento a cooperativa só tem como receber 15 milhões. A partir de 2025 estima que este volume se eleve a 20 milhões. “Por isso, estamos fazendo este trabalho de sensibilização junto ao associado”, afirma.
A cooperativa tem uma estrutura de estocagem em câmaras frias para 3 milhões de quilos de frutas. Desde 2021, também compra frutas, principalmente maçã, de produtores de Caxias do Sul, Bom Jesus e São Joaquim (SC). Até 2019, o atendimento era feito exclusivamente pelos associados, o que obrigava a cooperativa a fechar a área por mais de sete meses pela falta de produto. Com a mudança, a operação se estende por todo o ano para atender mercados em quase todo o Brasil, mas principalmente, os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Goiás, Minas Gerais, Brasília, Bahia e Ceará. Mais de R$ 2 milhões foram investidos no ano passado em nova tecnologia de frio.
No segmento leiteiro a Cooprado somente recebe e analisa a condição sanitária do produto e repassa para a Cooperativa Dália industrializar. “A atividade passa por condição crítica. O governo quer fornecer comida barata ao povo às custas do produtor. Precisa subsidiar a agricultura, olhar um pouco mais para um setor que tanto contribui para o crescimento econômico e social do país”, desabafa.
A fatia de cada produto no faturamento de 2023
Vinhos e derivados: 46% (R$ 39,2 milhões)
Frutas: 25% (R$ 21,1 milhões)
Loja: 19% (R$ 16,1 milhões)
Leite: 8% (R$ 7,2 milhões)
Grãos: 2% (R$ 2 milhões)