A Festa Nacional da Uva encerrou, no domingo à noite (3), com meta cumprida em termos de público. A Comissão Comunitária informou a passagem de 400 mil pessoas pelo parque desde a abertura em 16 de fevereiro. A estimativa inicial da organização era de 300 mil visitantes.
A Festa Nacional da Uva encerrou, no domingo à noite (3), com meta cumprida em termos de público. A Comissão Comunitária informou a passagem de 400 mil pessoas pelo parque desde a abertura em 16 de fevereiro. A estimativa inicial da organização era de 300 mil visitantes.
Ao longo de 18 dias de evento, 120 toneladas de uva foram distribuídas aos visitantes, tanto no Parque da Festa da Uva quanto nos corsos. “A primeira Festa da Uva pós-pandemia foi um sucesso. O turista brasileiro voltou a prestigiar e participar dela. Isso precisa ser salientado. Houve muitas excursões de visitantes", afirmou. Ao longo do mês de março, a comissão deverá divulgar os números oficiais da feira. Já os resultados financeiros devem ser conhecidos no final de abril.
Na sexta-feira, o evento atraiu grande público com o Festival Gospel e, no sábado, mais de 14 mil pessoas participaram dos shows do grupo Raça Negra e da dupla sertaneja Bruno & Marrone. Nos três espetáculos nacionais, a comissão contabiliza 37 mil pagantes. Os shows anteriores tiveram as presenças da boiadeira Ana Castela e do DJ Alok.
Outra atração do parque, no sábado, foi a realização do evento gastronômico "Uvada da Nona". Aos 92 anos, a "nona" Santa Gazzola Pegoraro compartilhou com o público a receita de chimia de uva aprendida em sua infância, destacando a importância da transmissão de saberes entre gerações e a preservação das raízes culturais da região. Foram distribuídas 3.800 porções de uvada, preparadas com 350kg de uva e 135kg de açúcar. Para nona Santa, a geleia distribuída trouxe "gosto de infância e memórias da minha mãe".
Fora do parque, a atração maior foi o último desfile cênico, realizado no sábado à noite, na Rua Sinimbu, no Centro. Antecedido por pré-desfile às 19h, o corso teve início às 20h e estendeu-se até às 22h. Ao final, o público invadiu a rua para celebrar a última apresentação junto aos figurantes, rainha Lizandra Mello Chinali e princesas Eduarda Ruzzarin Menezes e Letícia de Carvalho, as quais agradeceram o acolhimento da comunidade e enalteceram a história de Caxias do Sul e de sua gente.
A programação teve seis corsos, que receberam público de 64 mil espectadores. A maioria acompanhou de pé ou sentada em cadeiras nas calçadas. A arquibancada montada em frente à Catedral esteve quase sempre lotada com a venda de 1,2 mil ingressos por apresentação. Na tarde deste domingo, a Sinimbu virou arena para a realização das finais dos Jogos Coloniais, que mobilizaram todas as comunidades do interior de Caxias do Sul.
A 34ª edição da Festa Nacional retomou, após oito anos, a realização do espetáculo Som & Luz, denominado Oblívio, que mesclou sons, luzes, música, movimentos de dança e arte circense para contar a história da Serra Gaúcha por meio da temática do fogo, desde os povos indígenas até os dias atuais. Ao longo das 11 noites de apresentação, 2.850 pessoas foram impactadas pelo espetáculo. "Todas as 11 sessões foram realizadas com público lotado, o que significa muito para toda a produção, que montou este espetáculo a partir de muitas mãos e com muito carinho", destaca Zica Stockmans, responsável pela direção artística. O SESC RS foi o realizador da atividade, em conjunto com a Comissão Comunitária.