De Caxias do Sul
A Randoncorp fechou o ano de 2023 com receita líquida consolidada de R$ 10,9 bilhões, valor 2,4% abaixo do exercício anterior, que totalizou R$ 11,1 bilhões. Um dos destaques do balanço publicado na terça-feira (12) foi o EBITDA, o maior da história da companhia, somando R$ 1,6 bilhão e margem de 14,4%, 0,9 ponto percentual acima de 2022. O lucro líquido foi de R$ 381,7 milhões, recuo de 19,1% na mesma base de comparação.
Apesar da queda da demanda na América Latina e dos efeitos do cenário macroeconômico da Argentina, o mercado externo participou com U$ 466,7 milhões, incremento de 6,9% na comparação anual. Já o mercado interno apresentou queda de 3,9%, para R$ 8,5 milhões.
Na avaliação do CFO Paulo Prignolato, o grupo superou o momento de um cenário mais adverso no mercado de caminhões no país e avançou em novas frentes de negócios. "O resultado reforça a consistência como característica importante da estratégia de atuação. Também trabalhamos em iniciativas para redução do capital de giro, como a diminuição dos estoques, que, aliada a maior geração de caixa, permitiu mantermos a alavancagem em patamar saudável", explicou o executivo, através de nota divulgada pela assessoria de imprensa.
A performance positiva das verticais Autopeças e Controle de Movimentos foi fundamental para a execução da estratégia da Randoncorp. Mesmo em meio a uma das maiores quedas na produção de caminhões dos últimos anos, a companhia conquistou novos negócios, ampliando portfólio e direcionando a estratégia de vendas para o mercado externo, de reposição e para o agronegócio.
A vertical Montadora, que concentra as operações de fabricação de semirreboques, sobre chassis e vagões de carga, encerrou 2023 com receitas e margens em patamares similares aos de 2022, na ordem de R$ 4,5 bilhões e 7%. A Rands, vertical de Serviços Financeiros e Digitais, registrou evolução nos resultados, ganhando representatividade nas receitas e EBITDA da Randoncorp. Destaque para a performance da Randon Consórcios, que ultrapassou a marca de R$ 2 bilhões em créditos vendidos, alcançando novo recorde no volume de cotas negociadas.
O Guidance para 2024 indica receita líquida consolidada entre R$ 11,5 milhões e R$ 12,5 bilhões, com margem EBITDA de 14% a 16%. A participação do mercado externo deve ser entre US$ 420 milhões e US$ 480 milhões.
Na avaliação do CFO Paulo Prignolato, o grupo superou o momento de um cenário mais adverso no mercado de caminhões no país e avançou em novas frentes de negócios. "O resultado reforça a consistência como característica importante da estratégia de atuação. Também trabalhamos em iniciativas para redução do capital de giro, como a diminuição dos estoques, que, aliada a maior geração de caixa, permitiu mantermos a alavancagem em patamar saudável", explicou o executivo, através de nota divulgada pela assessoria de imprensa.
A performance positiva das verticais Autopeças e Controle de Movimentos foi fundamental para a execução da estratégia da Randoncorp. Mesmo em meio a uma das maiores quedas na produção de caminhões dos últimos anos, a companhia conquistou novos negócios, ampliando portfólio e direcionando a estratégia de vendas para o mercado externo, de reposição e para o agronegócio.
A vertical Montadora, que concentra as operações de fabricação de semirreboques, sobre chassis e vagões de carga, encerrou 2023 com receitas e margens em patamares similares aos de 2022, na ordem de R$ 4,5 bilhões e 7%. A Rands, vertical de Serviços Financeiros e Digitais, registrou evolução nos resultados, ganhando representatividade nas receitas e EBITDA da Randoncorp. Destaque para a performance da Randon Consórcios, que ultrapassou a marca de R$ 2 bilhões em créditos vendidos, alcançando novo recorde no volume de cotas negociadas.
O Guidance para 2024 indica receita líquida consolidada entre R$ 11,5 milhões e R$ 12,5 bilhões, com margem EBITDA de 14% a 16%. A participação do mercado externo deve ser entre US$ 420 milhões e US$ 480 milhões.
Os investimentos orgânicos estão programados entre R$ 430 milhões e R$ 490 milhões. "Seguimos nossa rota enfrentando com êxito os obstáculos e desafios macroeconômicos e geopolíticos, especialmente baseados na estratégia de diversificação nos negócios, tanto na exposição em novas geografias com moedas fortes como na atuação em mercados que complementem os focos principais de cada uma das unidades da companhia", projeta o CEO Sérgio L. Carvalho.
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