A Frasle Mobility alcançou um novo resultado recorde em 2023. A receita líquida consolidada da companhia fechou o ano somando R$ 3,4 bilhões. O valor é 10,8% maior que o registrado no exercício anterior, e significa que a companhia cresceu quase 2,5 vezes nos últimos cinco anos. O lucro líquido somou R$ 388,7 milhões, incremento de 91% sobre 2022, com margem de 11,5% ante 6,6% do ano anterior.
Os resultados alcançados atingem as projeções de guidance estabelecidas, especialmente na meta de margem EBITDA, que foi revisada ao longo do ano passado em decorrência da melhor performance. O EBITDA consolidou alta de 39,8%, para R$ 664,7 milhões. A margem ficou em 19,6% ante 15,6% do ano anterior. O retorno sobre o capital investido também registrou aumento significativo de quase seis pontos percentuais, alcançando 19,3%.
O mercado interno participou com R$ 2,1 bilhões, aumento de 14,6%. A receita no mercado externo, que engloba as exportações a partir do Brasil com o desempenho das operações em outros países, somou R$ 1,2 bilhão, alta de 4,8%. Os números foram impulsionados pela manutenção do desempenho de vendas na América do Norte e maior participação nos mercados europeus, potencializados com a aquisição da Juratek, no Reino Unido.
O mercado de reposição respondeu por 88,1% da receita líquida, somando R$ 2,894 bilhões, e alta de 12,2%. O segmento de montadoras gerou R$ 404 milhões, com alta de 1,8%. Segundo a companhia, na reposição é crescente a demanda do número de passagens pelas oficinas, aliada ao posicionamento das marcas, lançamentos de produtos e campanhas de vendas, que resultaram em avanços de market share. Em montadoras, a retomada é gradual por ganhos de novos negócios e, principalmente, pela baixa da taxa Selic, que estimula o retorno de financiamentos de veículos novos.
Os resultados alcançados atingem as projeções de guidance estabelecidas, especialmente na meta de margem EBITDA, que foi revisada ao longo do ano passado em decorrência da melhor performance. O EBITDA consolidou alta de 39,8%, para R$ 664,7 milhões. A margem ficou em 19,6% ante 15,6% do ano anterior. O retorno sobre o capital investido também registrou aumento significativo de quase seis pontos percentuais, alcançando 19,3%.
O mercado interno participou com R$ 2,1 bilhões, aumento de 14,6%. A receita no mercado externo, que engloba as exportações a partir do Brasil com o desempenho das operações em outros países, somou R$ 1,2 bilhão, alta de 4,8%. Os números foram impulsionados pela manutenção do desempenho de vendas na América do Norte e maior participação nos mercados europeus, potencializados com a aquisição da Juratek, no Reino Unido.
O mercado de reposição respondeu por 88,1% da receita líquida, somando R$ 2,894 bilhões, e alta de 12,2%. O segmento de montadoras gerou R$ 404 milhões, com alta de 1,8%. Segundo a companhia, na reposição é crescente a demanda do número de passagens pelas oficinas, aliada ao posicionamento das marcas, lançamentos de produtos e campanhas de vendas, que resultaram em avanços de market share. Em montadoras, a retomada é gradual por ganhos de novos negócios e, principalmente, pela baixa da taxa Selic, que estimula o retorno de financiamentos de veículos novos.