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Trabalho

- Publicada em 10 de Outubro de 2023 às 20:03

Petrobras assina carta-compromisso com a Federação Única dos Petroleiros

Movimentação dos empregados após as vendas de ativos está na pauta das discussões do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT)

Movimentação dos empregados após as vendas de ativos está na pauta das discussões do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT)


MAURO PIMENTEL /AFP/JC
A Petrobras informou à Federação Única dos Petroleiros (FUP) e à Federação Nacional dos Petroleiros (FNP), em uma carta-compromisso, que nos próximos dois anos dará prioridade aos processos internos de novas vagas a empregados que tenham sido transferidos, em função de venda ou desmobilização de ativos, e queiram retornar à lotação de origem.
A Petrobras informou à Federação Única dos Petroleiros (FUP) e à Federação Nacional dos Petroleiros (FNP), em uma carta-compromisso, que nos próximos dois anos dará prioridade aos processos internos de novas vagas a empregados que tenham sido transferidos, em função de venda ou desmobilização de ativos, e queiram retornar à lotação de origem.
A movimentação dos empregados após as vendas de ativos está na pauta das discussões do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) deste ano com os sindicatos da categoria. Segundo a Petrobras, em 2023, aproximadamente 450 empregados que manifestaram interesse em movimentação foram realocados ou autorizados a realizar teletrabalho integral.
"Serão priorizados os funcionários abrangidos nos planos de pessoal relativos a desinvestimentos, descomissionamentos e hibernações, entre 01 janeiro de 2019 e 26 de janeiro de 2023", informou a estatal em nota.
De acordo com o comunicado, "a Petrobras irá conciliar a admissão de novos empregados com a mobilidade dos mais experientes. As movimentações acontecerão de forma integrada ao cronograma de ingressos e formação dos novos empregados com objetivo de garantir a continuidade segura das operações nas unidades em que haverá movimentações."
No programa de mobilidade interna da companhia estão garantidos o pagamento das viagens ao estado de origem do trabalhador e da sua família (dependentes cadastrados), assim como o reembolso dos custos da mudança. "Outra novidade é que, se houver vagas disponíveis, os empregados do regime especial poderão migrar para área administrativa, com alteração de regime, e receber valor equivalente à indenização de supressão de regime, conforme padrões internos vigentes e em caráter excepcional", informou a empresa.
Ainda segundo a estatal, os avanços no programa de mobilidade interna estão alinhados aos novos direcionadores estratégicos, que preveem a regionalização de atividades, a reocupação de prédios anteriormente desmobilizados e o teletrabalho.