A Martau, tradicional fabricante de ventiladores e eletrodomésticos com sede em Porto Alegre, vem implementando uma série de medidas desde o cancelamento da falência. Uma das ações é a adoção do DIP Financing, modalidade que possibilita financiamento às empresas nesta situação. “Conseguimos um pequeno investidor que já nos financiou a produção de 100 peças de ventiladores. Já vendemos, distribuímos o lucro e estamos financiando mais 200”, detalha Milton Martins, CEO da Martau. No site da empresa, os interessados em investir na Martau encontram todas as informações necessárias para fazer os aportes financeiros.
A falência da Martau havia sido decretada em 2021 e foi revertida após decisão judicial em julho do ano passado. “Ninguém acreditava que essa falência ia ser revertida, somente eu e Deus. Se tornou um case no Direito gaúcho”, salienta. Entre as outras ações realizadas para a continuidade da recuperação judicial da empresa, está o restabelecimento de créditos com credor e fornecedores, contratação de novos empregados e de uma empresa para as tarefas administrativas financeiras. As contratações de dois funcionários e da empresa para o administrativo foram feitas no regime de Microempreendedor Individual (MEI).
A fabricante conseguiu restabelecer os canais de venda pela Amazon e marketplace. Apesar do faturamento ainda baixo, a empresa está operando integralmente, faturando e vendendo, além de estar com obrigações trabalhistas e junto a fornecedores em dia. “Mas ainda não temos um faturamento que nos permita começar a pagar os credores dentro de um plano que nós estamos elaborando”, admite Martins. Para os próximos meses, as projeções são otimistas e o trabalho para manter a operação funcionando consiste, entre outras questões, em obter dinheiro novo, não só por meio de investidores, mas também através de maior prazo para pagamento de investidores, por exemplo.
A fabricante conseguiu restabelecer os canais de venda pela Amazon e marketplace. Apesar do faturamento ainda baixo, a empresa está operando integralmente, faturando e vendendo, além de estar com obrigações trabalhistas e junto a fornecedores em dia. “Mas ainda não temos um faturamento que nos permita começar a pagar os credores dentro de um plano que nós estamos elaborando”, admite Martins. Para os próximos meses, as projeções são otimistas e o trabalho para manter a operação funcionando consiste, entre outras questões, em obter dinheiro novo, não só por meio de investidores, mas também através de maior prazo para pagamento de investidores, por exemplo.


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